segunda-feira, 30 de março de 2015

Quem falou que o crime não compensa?







Tanque dos Estados Unidos protege...

                                 


 Rubro de vergonha, o sol se oculta no Ocidente. Ele, que já foi reverenciado como o maior dos deuses, sofre com a ignomínia de ver sua Mesopotâmia invadida, ocupada e estuprada. Seus raios, outrora radiantes, escondem-se para não assistir a brutalidade da soldadesca a soldo dos Estados Unidos.

Quem falou que o crime não compensa?

Pobre Caldeia, pobre Nabucodonosor.

Ao invés dos Jardins Suspensos, uma das sete maravilhas do mundo, prisioneiros pendurados pelas mãos a lembrar a crucificação, ou arrastados como animais num matadouro, a lembrar o aparheid na África do Sul.

Quem falou que o crime não compensa?

Pobre Babilônia, pobre Hamurabi.



  ...os saqueadores durante a pilhagem do Museu de Bagdád

Bibliotecas destruídas, museus saqueados, escolas fechadas, a lembrar que a invasão não se satisfaz apenas em exaurir a riqueza do país. É preciso também apagar sua história e sua cultura.

Quem falou que o crime não compensa?

Pobre Suméria, pobre Gilgamesh.

Eis que a tão louvada e celebrada democracia ocidental mostra sua verdadeira face diante da diversidade e do diferente, horror a uma, pavor a outra, mesquitas servindo de alvo.

Quem falou que o crime não compensa?

Pobre Ur, pobre Abraão.
Pobre Iraque.
Pobres de nós!

sábado, 28 de março de 2015

Em busca das origens


                                     
                                        Gengis Khan


Histoire générale des huns, des turcs, des mogols, et des autres tartares ... - Joseph Guignes, Desaint et Saillant (París -1757)

Foi nesse livro que encontrei menção aos Bourdoukan e à Rainha Tamar que teve a desdita de enfrentar o mongol Gengis-Khan de quem se dizia que por onde passava não nascia grama.

Adivinhem o que aconteceu com a nossa ta-ta-ta-ta-taravó Tamar?.

Foi isso e um pouco mais.


A publicação do livro foi autorizada pelo Rei Louis XV de Bourbon, denominado o bem-amado.

Uma carta do século XII  reproduzida pelo escritor Joseph Guignes:

 "(...) Decidi, com alguns sobreviventes e ajuda das aldeias vizinhas libertar e trazer de volta  nossas mulheres e meninas que foram escravizadas. (...) Nós éramos 15 no máximo, e o tempo já tinha passado. Mas conseguimos encontrá-los apesar das dificuldades e informações falsas. Para começar, os moradores nos falaram sobre um grupo de soldados e prisioneiros. Descemos e chegamos nos arredores do reino da grande rainha (Tamar). (...)No passado, prestei alguns serviços para o pai de Tamar, o famoso Rei George III, o sublime Bourdoukan.

O nome nativo da Armênia era  Hayk,  herói lendário e tetraneto de Noé, aquele que estacionou a Arca no Monte Ararat.

Os bourdoukan seriam descendentes diretos do rei David, o que para mim não significa absolutamente nada, já que ele não conseguiu proclamar a paz na região.

Ser descendente de David é coisa de armênios.

Mas nós não somos armênios. Somos fenícios e graças aos nossos navegantes o Brasil tem esse nome. Mas essa é outra história.

Então como fomos parar na Armênia e Geórgia no século XII e XIII?

É uma longa História e não será narrada agora.

Consultemos a geografia do século III. Mais especificamente Tal Arca, (Arca Caesarea) plantada na milenar aldeia fenícia de Miniara Akkar – hoje Líbano)

Ali nasceu e viveu um outro antepassado,  Marcus Aurelius Severus Alexandrus), vulgarmente denominado  Alexandre Severo (208 – 235 d.C. ).

Como bom imperador romano, e para não fugir à regra, Alexandre Severo foi assassinado aos 27 anos de idade.

Um adendo: Quis o destino que em 1157, Líbano e Síria fossem vitimas de um brutal terremoto.

Essa também é uma História para ser narrada depois.

 Prosseguindo em   nossa jornada é importante ressaltar que com a expansão do cristianismo, raros foram os povos que não se converteram.

Da  Palestina à Síria, do Líbano a Jordânia, Iraque e outros mais, todos acompanharam a Cruz, logo suplantada pelo Crescente.

Os Bourdoukan acompanharam a religião do Profeta, carregando o sobrenome de ( Bacha) Pachá. Fomos parar na terra dos vândalos ( Al-vandaluzia, mais conhecida depois por Andaluzia - atuais Espanha e Portugal).

Com a Inquisição, procuramos refúgio no Algarve português e anos depois convertidos ao cristianismo e carregando o sobrenome Bourdoukan ( em outro momento poderei explicar a origem desse sobrenome e como antes fomos parar na Armênia-Georgia, onde nossa ta-ta-ta-taravó Rainha Tamar enfrentou as hordas  de Gengis-Khan).

Naturalmente, perdeu e foi apeada do trono.

Na Armênia prevaleceu o nome Bourdoukan e na Geórgia o Hayk, que se juntaram por um casamento de conveniência, como o eram e, provavelmente são ainda todos os casamentos.

As famílias Bourdoukan e Hayk atravessaram os séculos e hoje estão espalhados pelo mundo.

Eu, por exemplo, carrego o nome de Georges, em homenagem ao meu avô paterno, Georges Bourdoukan e ao meu avô materno Georges Hayk. E provavelmente em homenagem ao rei Georges III, pai de Tamar.


E agora vou dar uma paradinha para não cansar você  leitor. Mas continuo com a pesquisa e volto assim que os fados permitirem.

quinta-feira, 26 de março de 2015

O árabe que lutou ao lado dos índios americanos






No deserto dizem que quem procura vingança deve cavar duas sepulturas.Talvez isso explique a história de Rachid Nasr ad-Din que lutou ao lado dos índios americanos contra os colonos brancos na última metade do século XVI.

Tudo começa no deserto do Saara, quando ele parte em busca de vingança, porque uma adolescente de sua tribo fora seqüestrada 100 anos atrás por um jovem de outra tribo que havia se apaixonado por ela. 

Como no deserto o tempo não conta, nem as mortes que se sucederam nesses 100 anos de vingança e contra-vingança, agora cabia a ele limpar a honra de sua gente pela desfeita. Mas, por entender que já era tempo de colocar um ponto final nessa história, e não querendo cavar duas sepulturas, atravessou o deserto até o oceano em busca de novas terras onde pudesse recomeçar sua vida. 

Virou presa de guerra, quando o barco em que viajava foi capturado por piratas no norte da África, que o venderam como escravo nos Estados Unidos.

Seu comprador queria que o ajudasse na captura de índios cujas cabeleiras valiam fortunas na Europa, utilizadas para fazer perucas que os nobres e mais abastados usavam para cobrir suas cabeças raspadas por causa dos piolhos.

As caçadas aos índios eram realizadas pelos colonos em grupos, diariamente.Ninguém era poupado, nem mulheres, nem crianças. Os pedidos de novos escalpos não cessavam de chegar.

Estarrecido com tamanha brutalidade, Nasr ad-Din, conseguiu escapar acabando por juntar-se aos índios, ao lado dos quais lutou contra os escalpeladores. Mais tarde casou-se com uma princesa índia.

A história registra que Nasr ad-Din foi o primeiro não nativo a navegar pelo rio Hudson.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Desde a aurora da História tem sido assim

 E há aqueles  que ficam  felizes com uma imagem dessas

             
Vamos esclarecer uma coisa e colocar um ponto final nessa história de que há governos bons e governos maus.

O que há são corporações  com interesses distintos.

Elas decidem quem serão os governantes.

E todos esses governantes, sejam de “esquerda” ou de “direita” são escolhidos apenas para dar sobrevida ao sistema.

Essa é a única razão de sua existência.

É verdade que alguns são brutais, outros nem tanto, mas visam a mesma coisa.

A frase mais ridícula repetida ad nauseam foi a tal de “primavera árabe”.

Uma frase lamentável, que não significa absolutamente nada, mas serve para amainar os espíritos.

Desgraçadamente, países árabes não existem.

Existem países de língua árabe.

Assim como existem países de língua espanhola, inglesa ou francesa.

Seus governantes nada mais são do que servos das corporações.

Elas é quem decidem quem será o governante de plantão.

Seja qual for a sua “ideologia” ou “religião”.

Ideologia e religião tornaram-se duas abstrações altamente manipuláveis.

Os países de língua árabe são  países como os demais, com governantes como os demais e com ditaduras que em nada diferem das demais.

Ou alguém acha que há alguma diferença, de fato, entre o capitão-do-mato que governa os Estados Unidos e os governantes da Arábia Saudita?

Ou dos governantes do Golfo?

Ou dos governantes europeus?

A única diferença é que Estados Unidos e Europa sabem manipular muito bem a mídia e a indústria de entretenimento.

Tirem isso deles e vejam o que sobra.

Uma repressão brutal da qual ninguém escapa.

 Desde a aurora da História tem sido assim.

E se antes utilizavam a religião para domesticar, hoje eles usam a mídia e a indústria de entretenimento.

Pense nisso.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Os judeus foram sempre vítimas do Ocidente





Em sua ojeriza contra o islamismo o Ocidente, com apoio de pústulas que se dizem muçulmanos, tentou transformar o Iran no inimigo da humanidade.

Um país de cultura milenar, acossado por todos os lados, a ponto de ser o alvo preferido da mídia analfabeta, inculta e ignorante.

Tentaram transformar o país de Artaxerxes e Dario no inimigo numero um do judaísmo, quando se sabe que os judeus foram sempre vitimas do Ocidente.

E sobreviveram graças ao abrigo que lhes proporcionaram os muçulmanos.

Mas sejamos francos.

A ojeriza do Ocidente não se dá por si só.

Ele conta com o apoio dos pústulas acima e de seus ecos que se dizem judeus.

Supostos muçulmanos e supostos judeus, engrossam o coro contra a religião mais tolerante das 3 monoteístas.

E por favor, não vamos confundir a religião com seus intérpretes.

 Tanto judeus, quanto cristãos e muçulmanos, quando se põem a interpretar os livros sagrados, buscam não a glória de Deus, mas a sua própria.

Deus e os profetas são hoje o principal empecilho dessa gente que só consegue enxergar o ódio.

E claro, alimentados pela própria ignorância que odeia a diversidade e tem pavor do diferente.

Mas essa é a própria história da humanidade que até hoje exalta o individual e odeia o coletivo.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Quem é o intolerante?




Os governantes sionistas já não têm mais do que reclamar. Depois da invasão e ocupação do Afeganistão e do Iraque pelos Estados Unidos, Israel deixou de ser o único detentor do título de último Estado colonialista do planeta.

Palestina e Iraque, países semitas que, juntamente com o Afeganistão são de predominância religiosa islâmica, pagam o preço da ignorância e da campanha de difamação e racismo da mídia ocidental, que acusa o islamismo de intolerante, mas não informa que no Afeganistão existe há séculos, uma Mesquita de Maria, em homenagem à mãe de Jesus. Alguém conhece alguma Igreja ou Sinagoga com o nome de ( Muhammad) Maomé?

Quem é o intolerante?

No Marrocos, país árabe-islâmico, o judaísmo é a segunda religião. Alguém já ouviu falar em perseguição aos judeus? No Egito, outro país árabe-islâmico, os cristãos ortodoxos coptas são a segunda religião, e o que dizer do Líbano, hoje país de maioria islâmica governado por um cristão?

Quem é intolerante?

Nos países árabes-islâmicos quando o pai fica idoso, ele envelhece e não apodrece. Idoso em árabe é sinônimo de Sheikh, ou seja, pessoa sábia e depositária do saber. Ali, não existe a excrescência denominada “asilo de velhos” ou “casa de repouso”. O idoso fica com a família até o último suspiro.

Na Enciclopédia Judaica está escrito que a época de maior esplendor do judaísmo aconteceu sob os governantes muçulmanos.

Quem é intolerante?

Os talibãs (estudantes), que chegaram ao poder no Afeganistão com o apoio dos Estados Unidos, foram mais tarde acusados de terroristas não por causa do atentado de 11 de setembro, já que os supostos autores do atentado em sua maioria eram da Arábia Saudita.

E aqui abro um parêntese para reafirmar pela enésima vez que considero uma afronta à inteligência sugerir que tenham sido muçulmanos os autores do atentado de 11 de setembro.

E alguém se importa?

Mas, voltando aos talibãs, a mídia ocidental passou a considerá-los inimigos a partir do momento em que eles se recusaram a liberar o plantio e a produção de ópio. Hoje, graças à democracia americana, o Afeganistão tornou-se o maior produtor de ópio do mundo.

Aliás, para aqueles que não consideram um insulto exercer o raciocínio, basta ver o que acontece na vizinha Colômbia que, ocupada pelas forças armadas dos Estados Unidos, não cessa de aumentar sua produção de cocaína.

Os soldados americanos não combatem pelas armas, mas pelo crime.

Droga, indústria bélica, especulação financeira e mídia pilantra são os Quatros Cavaleiros do Apocalipse que, irmanados, governam a humanidade hoje.

Até quando?

E baixo você assiste a inúmeros depoimentos de dirigentes sionistas que reconhecem que são invasores, mas não abrem mão da Palestina

quarta-feira, 18 de março de 2015

Uma verdade histórica




1 - O império romano nunca exilou povos  de seus países.

2- Os verdadeiros judeus são os palestinos que se converteram ao cristianismo e islamismo.

Isto é tão obvio que até o Novo testamento Testemunha esse fato.

Foram os judeus que viviam em Jerusalém que insistiram na crucificação de Jesus Cristo.

Pôncio Pilatos, indignado, lavou as mãos.

Mas não foram somente os judeus que se converteram ao cristianismo e islamismo.

Todos os povos do Oriente Médio também se converteram às duas religiões: babilônios, fenícios, assírios, caldeus, egípcios, etc.etc.

 Essa é também a tese do historiador Shlomo Sand, professor da Universidade de Tel-Aviv, em seu livro  “Quando e como foi inventado o povo Judeu”.

Shlomo Sand consegue provar que o povo Judeu nunca existiu como "raça-nação" e nunca compartilhou uma origem comum.

Diz também que em Israel não ha judeus, mas israelenses e reafirma que os verdadeiros judeus são os palestinos que se converteram ao cristianismo e islamismo.

Pergunta-se, quem são esses habitantes de Israel, que invadiram a Palestina em nome de uma religião?

E abaixo você assiste a um vídeo que mostra as  Brigadas  Palestinas  Al-Qassam, abortando um ataque para evitar a morte de crianças israelenses. Antes, você assiste a um ataque israelense onde são massacrados centenas de civis palestinos.


terça-feira, 17 de março de 2015

Morreu Ivone

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E com ela eu perdi minhas raízes em dois continentes. E duas cidades que me são caras: Miniara Akkar no Líbano e Ituiutaba no Triangulo Mineiro.

Ivone era minha tia e possuía inúmeras qualidades, hoje relegadas ao esquecimento pela humanidade.

Solidariedade e humildade  eram suas práticas diárias.

Ela é a terceira que parte. Primeiro foi a minha avó Adla, que nas noites nevadas de Miniara ela me embalava ao som de histórias que me inspiraram meus livros. Depois foi minha tia Latife, minha primeira professora na escola das Freiras, que ficava ao lado de nossa igreja católica melquita. Foi ali que aprendi as primeiras letras aos 5 anos de idade. E agora, o universo indiferente me arranca com violência a tia Ivone.

A tia com quem saía nas manhãs de verão para colhermos uva e figo no jardim de sua casa.

Me lembro que um dia, deveria ter uns seis anos de idade, ao caminhar para a escola em meio às ruínas do Império Romano encontrei uma moeda velha suja e me pareceu sem valor nenhum, mostrei-a às tias Latife e Ivone.

Um parêntese. Antes que o leitor se pergunte de onde surgiu o Império Romano na história, explico. Miniara Akkar foi o berço do Imperador Romano Alexandre Severo e era conhecida por Arca Cesaréa. Mas essa é outra história.

Voltando à moeda, minha tia Latife me explicou que era uma moeda preciosa e minha tia Ivone completou que ela me daria muita sorte.

No dia seguinte, voltando da escola, encontrei as duas sentadas no alpendre da casa. Sorrindo vitorioso, exclamei! Vocês tinham razão, essa moeda é preciosa e me deu sorte. Troquei-a por um pedaço de Harisse (doce de semolina).

Ontem ela partiu. E com ela minhas raízes...

ET. Por favor, não enviem comentários.

segunda-feira, 16 de março de 2015

A religião só tem servido para o usufruto dos canalhas






Antes de mais nada vamos esclarecer um fato. Não existe nenhum conflito na Palestina como insiste a mídia sicofanta. O que há é uma ocupação e, portanto onde se lê conflito leia-se resistência. Resistência dos semitas palestinos contra o ocupante euro-israelense. Se os israelianos (governantes arianos de Israel), não entenderem isso, e entender isso significa abandonar os territórios ocupados, não haverá a mínima possibilidade de paz.

O que é lamentável.

Sou daqueles que entendem que o diálogo é sempre o melhor caminho. E o melhor caminho, se me permitem, tanto para israelenses como palestinos é a criação de um Estado único, laico e democrático onde todos possam conviver sejam eles ateus, cristãos, judeus, muçulmanos ou quem mais.

Nada de Estado teocrático.

Não generalizando, mas a religião só tem servido para o usufruto dos canalhas.

Basta consultar a História.

Na impossibilidade momentânea de um Estado único, ficam valendo as propostas do artigo anterior.

Há três mil anos que a Palestina sofre ocupações. E há três mil anos que os palestinos resistem.

Foi invadida por Persas, gregos, egípcios, hebreus, romanos, bizantinos, cruzados e finalmente turcos, para ficarmos apenas nos mais conhecidos. E no século 20 a Palestina foi novamente invadida, desta vez pela Inglaterra que abriu a porta para europeus de quase todas as etnias, seguidos de norte americanos, latinos americanos e por todos aqueles que se intitulavam e se intitulam descendentes dos antigos hebreus, que teriam herdado a terra diretamente de Deus.

E citam a Bíblia por testemunho.

É verdade que de acordo com a Bíblia Deus teria dito algo nesse sentido ao iraquiano Abraão e ao egípcio Moisés. Mas isso já faz mais de três mil anos. Aliás, utilizar o texto bíblico como contexto para a usurpação é crer que o cérebro humano é feito de excremento. E a se considerar esse tipo de argumento, muito mais direito têm os denominados índios das Américas, que foram massacrados e tiveram suas terras usurpadas pelos europeus que por aqui aportaram a partir do século XV.

O povo palestino resiste há três mil anos e com certeza continuará resistindo. Só quem não entende a natureza humana pode acreditar na vitória da opressão.

Por isso, o melhor caminho para os israelenses é o caminho da negociação e da paz.

A humanidade agradece.