quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Fiquemos atentos

Nos próximos 3 dias a mídia terá um comportamento raivoso - nada de entrelinhas.

A mídia, como habitualmente tem sucedido, exercerá aquilo que melhor aprecia: a ditadura da palavra.

Faminta de carne humana, a mídia tentará impor a moralidade do rebanho.

Por tanto, todo cuidado é pouco. 

Da globalização





Quando escrevi, citando Samuel Johnson, que a pátria é o último refúgio dos velhacos, leitores me escreveram advertindo sobre o exagero da afirmativa.
Agora recorro a Bertrand Russell para proclamar que o nacionalismo é um exemplo extremo de crença ardente a respeito de assuntos duvidosos.


Nunca acreditei nessa história de nações pobres e nações ricas.
Desde que o primeiro homem passou a lucrar com o trabalho de outro, o que existe de fato são explorados e exploradores. Sejam eles de que nacionalidades forem.
Ou alguém acredita que o empresário brasileiro é diferente do empresário americano, japones ou somali?

Não há a mínima diferença mesmo porque, apesar de idiomas diferentes, eles falam e sempre falarão a mesma língua.

Os explorados é que falam línguas diferentes, mesmo sendo de uma mesma nação.

Alguém consegue imaginar uma briga entre a Federação das Indústrias com a Federação dos Bancos ou com a Federação da Agricultura?



Já o contrário está sempre acontecendo. Os sindicatos e as centrais sindicais que representam os explorados estão sempre discutindo entre si, quando não, brigando.

Não é raro considerarem-se inimigas mortais.

Como se o bancário, o metalúrgico e o camponês não fossem vítimas do mesmo sistema.



Por isso, sou um dos defensores incondicionais da globalização.

E se hoje ela representa a Internacional Capitalista cabe aos que são contra a exploração do homem pelo homem transformá-la numa Internacional que pense na humanidade como um todo e no indivíduo como ser absoluto.



A globalização é tão importante quanto o ar que respiramos.

Falar em países é querer dividir o mundo em fronteiras, é apoiar as guerras onde as vítimas serão sempre os explorados.

Ou alguém conhece algum argentário que já morreu em combate?



Hoje a humanidade é administrada por um emaranhado de empresas que obedece a não mais do que quatro ou cinco corporações. E mesmo estas, têm ramificações entre si. Moldam os gostos de acordo com suas conveniências.

Nos ensinam como amar, divertir, o que e como devemos ler, a que programas assistir, que esporte praticar, o que comer, impõem até o padrão de beleza.



É uma ditadura que nos faz crer que somos livres e independentes quando na verdade estamos subjugados.

Transforma-nos em seres insensíveis, sem preocupação com o próximo, elimina do vocabulário a palavra solidariedade, nos torna impassíveis diante da fome, da miséria e das epidemias que matam seres humanos como se fossem insetos.



Transforma as guerras, um assassinato em massa, num jogo de videogame, para gozo e felicidade da indústria bélica.

Mas como toda tese (globalização) carrega consigo a antítese (corporações exploradoras) cabe a nós lutarmos pela sua síntese (uma humanidade sem fronteiras e sem explorados).



Isso é o que conta.

O resto são siglas.


quarta-feira, 29 de setembro de 2010


Falta um Hemingway nessa imagem



Ele não é velho, não se chama Santiago, não mora em Cuba e não tem nenhum Hemingway para escrever sobre sua façanha.

Por isso, sua bravura devera passar ignorada.

Convenhamos, não é todo dia que alguém consegue pescar um tubarão, com linha de mão, e sair com ele nas costas.

Mas sempre haverá aqueles que o desmerecerão.

Mas quem se importa?

Como ele se chama?

Não sei, já que a única informação que vários  leitores do blog me enviaram diz tratar-se de um pescador da Somália. E só.

Não preciso contar onde fica a Somália porque os meus leitores prescindem desse tipo de informação.

Ah, como faz falta um Hemingway nestas horas...

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Todo cuidado com as palavras

Assentamentos? Onde?
 Idosa palestina sendo agredida por colonos adolescentes judeus

Na Palestina com certeza não.
Na Palestina não existem assentamentos, mas colônias.
Por isso faz-se necessário o cuidado com as palavras.
Assentamento, por exemplo, é uma palavra que pode ser utilizada para se referir às terras ocupadas pelo MST.
São brasileiros que buscam melhorar sua vida ocupando terras brasileiras improdutivas para produzir alimentos.
Mas quando israelenses invadem e ocupam terras palestinas, eles são invasores.
Estão invadindo outro país.
Quando ocupam terras de outro país eles não o fazem para construir assentamentos, mas colônias.
Por isso, fica o apelo do blog para os jornalistas bem intencionados que me abastecem com textos utilizando a palavra “assentamento”, quando o correto é COLÔNIAS.
Sei que essa não é uma batalha fácil, já que a linguagem é cheia de armadilhas.
Abaixo, publico novamente, um texto mostrando como a mídia manipula a linguagem.



Alguns exemplos de verbetes largamente utilizados pela mídia em seu esforço em manipular as palavras:
Ditador – É a denominação que a mídia dá a um presidente eleito democraticamente e age de acordo com a Constituição. Exemplo: Hugo Chaves.
Presidente – É a denominação que a mídia dá a quem aprova leis ditatoriais, invade nações para apossar-se de suas riquezas, assassina mais de um milhão de seres humanos; constrói muros segregacionistas; é contra o Tribunal Penal Internacional e os protocolos de Kioto.Exemplo: George W.Bush.
Incursão: Assim a mídia denomina a invasão de um país.
Tutela – É o sinônimo que a mídia dá à ocupação do Iraque pelos Estados Unidos.
Terrorista – Assim a mídia denomina o revolucionário que luta contra o jugo colonialista.Exemplo: iraquianos, afegãos e palestinos.
Suicida – É a denominação que a mídia dá ao prisioneiro assassinado pelos carrascos estadunidenses nas prisões de Abu-Ghraib, Guantánamo e Bagram.
Ataques cirúrgicos– Assim a mídia repercute quando um míssil estadunidense erra o alvo e causa a morte de civis. Três exemplos:
1)-O assassinato da filha de cinco anos do presidente líbio Muammar Kadhafi, em 1986;
2)-O abate de um avião civil iraniano com 298 passageiros e tripulantes em 1988. Não houve sobreviventes.
3)- A destruição de uma indústria farmacêutica no Sudão em 1998.
Seqüestro – Se um soldado israelense é capturado quando invade o Líbano ou a Palestina, a mídia diz que foi seqüestro.
Captura – Se um palestino ou libanês são seqüestrados em seus países  pelas tropas invasoras, a mídia diz que foi captura.
Incidente ou efeito colateral –É quando tropas de Israel ou dos Estados Unidos massacram centenas de civis palestinos, iraquianos e afegãos.
Massacre – É quando palestinos, iraquianos e afegãos matam dois ou três soldados de Israel e Estados Unidos.
Assentamento – É a denominação que a mídia dá à usurpação de terras palestinas por invasores israelenses.
Conflito – Assim a mídia denomina a invasão e ocupação da Palestina por tropas de Israel.
Há muitos outros exemplos, que você leitor pode acrescentar.


Como se ve, todo cuidado com as palavras...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Por um estado laico e democrático




              
O leitor Jacob S.B. de Israel, me pergunta como é possível alguém absolver o Hamas, “um bando de terroristas sem legitimidade, que não tem nenhum interesse pela paz”.

Respondo:

"Meu caro Jacob.

Não critique o Hamas, critique o colonizador.

O Hamas é um movimento de resistência contra a ocupação.

O Hamas é um movimento político cujos dirigentes foram eleitos democraticamente.

Jacob, você tem todo o direito de não concordar com o Hamas, mas não o  de não reconhecer sua legitimidade.

Não achei correta também sua tentativa em me associar aos governos árabes.

Primeiro, porque não existem governos árabes, mas governos de língua árabe, assim como não existem governos portugueses, espanhóis, ingleses, mas governos de língua portuguesa, espanhola, inglesa, etc.

Segundo, porque sei perfeitamente distinguir governantes de povos, assim como também jamais vou confundir povos de confissão judaica com os governantes de Israel, ou com o sionismo.

E para deixar mais claro ainda a minha posição em relação a povos e governantes, defendo todo e qualquer povo, de qualquer confissão religiosa, e coloco no mesmo limbo todos os governantes.

O que estranhei em seu e-mail é a não existência de uma crítica contundente aos governantes de Israel.

E a não manifestação sobre a existência de um Estado palestino.

Jacob, jamais apoiei a violência, mas sempre apoiarei a resistência.

E nós sabemos que toda resistência é legítima, principalmente quando se trata de um povo que há mais de 60 anos sofre ocupação.

Cruel, extremamente cruel, como o é toda ocupação.

Mas a de Israel contra o povo palestino é crudelíssima, humilhante, brutal, onde, para vergonha da humanidade, um povo inteiro é confinado em campos de concentração.

Onde sequer se respeita o direito básico de ir-e-vir.

Onde sequer se permite a entrada de medicamentos, onde o abastecimento de água, energia elétrica e de combustível fica a critério do colonizador.

E onde sequer se permite às pessoas com direitos especiais (deficientes) ou portadoras de doenças gravíssimas busquem socorro ou assistência médica em hospitais que possuam condições.

Pergunto:

Por que, por um estranho fado da natureza, os mísseis israelenses estão sempre indo de encontro a hospitais, escolas e residências?
Nem as escolas da ONU escapam da violência israelense

 Jacob, reconhecer legitimidade a euro-americanos sobre uma terra asiática, a Palestina, em nome de um deus brutal, vaidoso, ciumento, injusto e sanguinário só podia dar no que deu.

Não vamos confundir História com mitologia, ou Direito com religião. Esse tipo de confusão é que gera o fundamentalismo.

Veja você que o estado de Israel sequer possui Constituição, sequer reconhece o casamento civil. E não bastando isso, sua Corte Suprema permite a tortura.

Há algo mais fundamentalista do que isto?

É difícil defender o indefensável.

Jacob, eu não gosto da idéia de dois estados para dois povos porque sou internacionalista e visceralmente contra qualquer tipo de fronteira, por entender que a humanidade não pode viver em currais.

E a pior de todas é a fronteira física, que só beneficia a indústria bélica. 

Mas enquanto isso não for possível, creio que o melhor para palestinos e israelenses seria a existência de um Estado único, laico e democrático, onde todos possam conviver harmoniosamente.

Será que é tão difícil isso?

E agora te convido, e a todos os leitores, ao vídeo "Gaza Strophe" realizado por militantes de Direitos Humanos, com legendas em inglês, Francês, e espanhol, que por si só mostra a terrível situação em que vivem os palestinos".  Cliquem AQUI.

sábado, 25 de setembro de 2010


As verdades de Ahmadinejad

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad continua falando suas verdades.

Agora nos Estados Unidos.

Duas, deixaram o presidente Barack Obama e a mídia em má situação.

A que deixou o presidente Obama possesso, foi o pedido de que haja nova apuração dos atentados às torres gêmeas.

Para o iraniano, tudo leva a crer que os atentados foram obra de agentes dos Estados Unidos para justificar a invasão do Iraque e do Afeganistão.

Obama disse que o pedido era indigno, ou seja, utilizou-se de um adjetivo para desmerecer a solicitação.

Na verdade, Ahmadinejad nada mais fez do que juntar-se àqueles que não se deixaram manipular pelas mentiras do criminoso de guerra Bush, rapidamente acumpliciadas pela mídia publicitária de todo o mundo.

A outra questão diz respeito Teresa Lewis, condenada à pena de morte e executada sob a acusação  de assassinato de seu marido.


O agravante é que Teresa sofria de “grave deficiência de aprendizado”.

Ahmadinejad, em reunião com muçulmanos estadunidenses, e depois na ONU, perguntou por que a mídia se calou diante de tamanha monstruosidade.

Claro que ele usou o exemplo de Teresa para relembrar como a mídia agiu quando a iraniana Sakineh Mohammadi-Ashtiani acusada do mesmo crime foi também condenada a morte.

A iraniana continua viva ao contrario da infeliz Teresa Lewis.

São coisas de um mundo que trocou a liberdade de imprensa por liberdade de empresa.

Hoje, repito pela enésima vez, somos reféns dos órgãos de publicidade travestidos de mídia de informação.

Até quando?

E vamos deixar uma coisa clara. Nada, absolutamente nada justifica a pena de morte.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010


Os estelionatários da informação e a onisciência dos desinformados
Ato público no Sindicato dos Jornalistas de SP a favor da liberdade de imprensa


Os estelionatários da informação continuam destilando seus embustes impunemente.

Se antes eles se valiam da onisciência dos desinformados, agora já não falam mais sozinhos.

E a isso eles não se conformam.

Ao invés de fatos, vendiam versões.

Ao invés de verdades, distribuíam aleivosias.

E a isso eles denominavam e denominam de liberdade de imprensa.

Ai daqueles que ousavam discordar.

Eram imediatamente atirados ao Hades.

São inimigos da liberdade, bradavam e ainda bradam.

Mas de uma coisa eles não podem ser acusados.

De não ter consciência de classe.

Eles tem e muita, por isso não abrem mão de seus privilégios.

Basta que alguém questione minimamente suas atitudes e lá vão eles raivosamente em busca de vingança.

Sempre mamaram e continuam mamando nas tetas do governo.

Seus interesses estão acima do povo, do país e da nacionalidade.


O imortal Henfil, sempre atual( clique para ampliar as imagens)

Sempre se locupletaram das benesses do poder.

Nunca tiveram e não tem nenhum pudor em confundir a vida publica com a privada.

Vivem chafurdando no esgoto.

Mas eles pouco se incomodam.

O que não faltam é sicários à sua disposição.

São os teclados de aluguel que vendem a consciência em troca de 30 moedas.

São os modernos capitães do mato que ainda crêem que o pais é uma imensa senzala.

Pobres idiotas...

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Por quê Bush continua solto?



Seymour Hersh, do New Yorker, o primeiro jornalista a denunciar as torturas praticadas pelos soldados americanos na prisão de Abu Ghraib, Iraque, afirmou, durante palestra, que assistiu a tapes “onde podíamos ver as crianças sendo sodomizadas.

O pior de tudo era ouvir seus gritos”.

O circo de horrores em que se transformou o Iraque, sob o patrocínio de Bush e asseclas( e lamentavelmente nada mudou com Obama), vai entrar para a história como o exemplo do que há de pior no instinto humano.

Cinco militares estadunidenses confessaram: Estupraram a adolescente Abir Kassem Hamza al-Janabi de 14 anos em sua casa e depois, não satisfeitos, fuzilaram seus pais Kassem Hamza Rachid al-Janabi e Fakhriya Taha Mohsine al-Janabi e a irmã da adolescente, Hadil Kassem Hamza al-Janabi de apenas seis anos.

Em seguida, atearam fogo aos corpos.

O crime ocorreu na cidade de Mahmudiya, sul de Bagdá.

O advogado William Cassara, defensor de um dos assassinos, o sargento Paul Cortez, disse que o seu cliente resolveu confessar e denunciar os demais porque assim teria sua pena reduzida.

Vinte anos atrás, visitei o museu da Inquisição em Toledo, Espanha. Diante dos horrores, saí dali com a convicção de que, se um dia a humanidade desaparecer, o Universo não sentirá falta.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010


O problema palestino

 Vamos esclarecer essa história de problema palestino.

1-   Os palestinos sempre viveram na Palestina

2-   Os palestinos não invadiram a Europa

3-   Os palestinos não provocaram a segunda guerra mundial

4-   Os palestinos não têm nada a ver com o Holocausto

5-   O Holocausto é um produto ocidental

6-   Os judeus são um problema do Ocidente

7-   Os judeus sofreram racismo no Ocidente

8-   Se os ocidentais têm problema de consciência, isso não lhes dá o direito de ceder uma terra que não lhes pertence.

9-   Os judeus nunca foram discriminados pelos palestinos

10-Os judeus invadiram a Palestina

Portanto o que existe é um problema israelense e não um problema palestino.

Começando um diálogo 


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Americana libertada no Irã  e Hillary Clinton agradecem o presidente Lula
 Lula e Celso Amorim e a grandeza do Brasil no concerto internacional

Sarah Shourd, a norte-americana que estava presa no Irã agradeceu hoje, nos Estados Unidos, o chanceler Celso Amorim e o governo brasileiro por sua libertação.
Ela estava acompanhada da mãe, do namorado e familiares.

O irmão do namorado disse que o Brasil representou grande ajuda para libertar a jovem alpinista de 32 anos, que ficou presa 14 meses sob a acusação de espionagem.

Hillary Clinton também agradeceu a ajuda do Brasil.

De acordo com diplomatas do Oriente Médio, o Brasil hoje é um dos poucos interlocutores confiáveis e o presidente Lula só não será Secretário Geral da ONU se não quiser.

Escrito nas estrelas

"Quando o impossível se torna possível, isso é a revolução". De um mural em Cuba
"Os homens só serão livres quando o último rei for estrangulado com as tripas do último padre" - Diderot

“Se os pobres começam a raciocinar tudo está perdido” - Voltaire

“Que saudades da Casa Grande e da Senzala” - Mídia brasileira

“Chacoalhe um judeu marxista e você terá um sionista” – anarquistas espanhóis.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Sionistas e nazistas têm o mesmo DNA



É fascinante o esforço que os dirigentes israelenses fazem para redimir o nazismo.

Está no DNA do sionismo.

O sionismo é um movimento político que seqüestrou o judaísmo.

O sionismo fez do judaísmo refém e dos israelenses cúmplices.

Nem os rabinos escapam da sanha anti-semita do sionismo.


 Passa governo, entra governo e nada muda.

A paz está sempre passando ao largo.

Se há uma palavra que já não faz mais sentido, é a palavra paz repetida ad nausean pelos dirigentes sionistas.

Os nazistas assassinaram impunemente em nome da “raça ariana”.

Os sionistas assassinam impunemente em nome do “estado judeu”.

Arianos e sionistas têm o mesmo DNA.

Leiam o que disse o ministro de relações exteriores avigdor liberman neste fim de semana: “ Os palestinos devem acolher os palestinos de cidadania israelense”.


Convenhamos, nem os nazistas poderiam ter dito melhor.

A verdade é uma só: os palestinos não têm parceiro para a paz.

Por isso, não entendo porque aceitam participar desse teatro de embustes.

Gaza é um campo de concentração.





Cisjordânia já não consegue respirar por causa da brutalidade dos colonos judeus.

Jerusalém é uma cidade ocupada e Israel está sempre dizendo que não abre mão de sua ocupação.

Cristãos palestinos rezam por milagre em Jerusalem

Então têm razão os leitores Francisco, Jacob e Daniel.

Os palestinos vão negociar o quê se os israelenses são irredutíveis?

A psicologia das profundezas nos revela que o sionismo é a dança de São Vito.
11 de setembro

Cuidado! Eles querem voltar
.
11 diretores foram convidados para fazer um filme sobre a queda das torres gêmeas em 11 de setembro.
Essa foi a brilhante contribuição de Ken Loach que traça um paralelo com um outro 11 de setembro, aquele de 1973 no Chile.

domingo, 19 de setembro de 2010

Deu no Haaretz

Palestino condenado por estupro por não ter revelado que não era judeu


"Morte aos árabes negros do deserto"



Acreditem, o fato não aconteceu na África do Sul durante o regime do apartheid, mas em Israel e em pleno século 21.

 A justiça do país condenou um palestino por ter praticado sexo consensual com uma judia.

Se o sexo foi consensual, então por que a condenação?

Simples.

Segundo a mulher, ela teria pensado que ele era judeu e não “árabe”.

O nome do palestino é Sabbar Kashur, 30 anos e foi condenado a 18 meses pelo Tribunal do Distrito de Jerusalém.

Como dizem os humanos, seria cômico se não fosse trágico.

Sei que esse é o tipo de notícia que revira o estômago das pessoas mais sensíveis.

Mas fazer o quê?

Infelizmente isso ainda acontece em pleno século 21.

 Quem quiser ler a íntegra, em inglês, no jornal israelense Haaretz, clique  AQUI

E aqui vocês assistem a judeus sionistas agredindo rabinos

sábado, 18 de setembro de 2010

Campeonato mundial de futebol de rua começa amanhã no Rio com a participação de garotos  palestinos


Garotos palestinos virão ao Brasil para participar do Campeonato Mundial de Futebol de Rua que  será realizado no Rio de Janeiro entre os dias 19 e 29 de setembro.

Participarão desse torneio cuja designação oficial é "Homeless World Cup", mais de 500 participantes de 48 países.

Os jogadores palestinos foram selecionados nos campos de refugiados de Rashidie, Albass, Al burj al shamaly, Ain al hilwa, Burj al barajna, Sabra e shatila, Al badawi e Baalbak, todos no Líbano.
A iniciativa do torneio, segundo os organizadores é dar visibilidade sobre a situação em que se encontram mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo que não possuem moradia digna e vivem em situação precária.

Mais informações no site da Homeless World Cup  AQUI.