O Líbano está contaminado por urânio empobrecido. A denúncia é da geocientista Leuren Moret.
A contaminação deverá durar milhares de anos e é uma conseqüência dos ataques israelenses sobre alvos civis libaneses em áreas densamente povoadas.
Pobre Líbano, nem a proximidade de Deus livrou-o do anjo caído.
Primeiro foram as bombas de fragmentação, que até hoje matam principalmente crianças.
Segundo a ONU há mais de um milhão delas espalhadas por áreas densamente povoadas ainda por explodir.
E mais: bombas de urânio empobrecido – incluindo uma encomenda de Israel aos EUA de mais de 100 GBU-28 5000 libras-bombas com ogivas de urânio empobrecido;
munições para tanques de 105 mm e 120 mm também com urânio empobrecido [informação do major Doug Rokke];
armas com fósforo branco;
bombas químicas com Baccilus globigii.
Médicos que trataram os feridos descrevem, horrorizados, novas espécies de ferimentos nunca vistos antes.
Pobre Líbano!
Pobres de nós!
UM MILHÃO de bombas de fragmentação? Foi a ONU quem disse? A mesma ONU que demorou 3 meses para dizer que Israel não tinha bombardeado a sua escola, e sim, um alvo militar próximo?
ResponderExcluirVamos e venhamos, sr Bourdokan...
E o drama do Líbano não cessa aí prezado João Nicácio. Israel plantou mais de 100 mil bombas em solo libanês e recusa-se a informar onde elas se encontram. A ONU já solicitou por diversas vezes o mapa dos locais e o governo israelense tem recusado sistematicamente. O que é lamentável.
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