Ou a bomba atômica ou submissão
Os EUA estão de olho no pré-sal e na Amazônia
Nenhuma nação pode se considerar soberana se não dominar a energia nuclear.
Para o bem ou para o mal.
Infelizmente essa é a realidade do mundo atual.
Se no século 19 as nações possuíam forças armadas, a partir do século 20 as forças armadas passaram a possuir nações.
Basta consultar o mapa-múndi.
O continente africano foi estraçalhado pelos colonialistas.
O mesmo aconteceu com o continente asiático.
Nem as Américas escaparam.
O ideal seria que não houvesse fronteiras geográficas, as únicas que ainda resistem.
E a depender a indústria bélica, elas jamais desaparecerão.
Enquanto prevalecerem as fronteiras físicas, o Brasil precisa tomar duas providências se quiser manter a sua independência.
1) Cuidar para que a mídia não destrua a auto-estima do brasileiro;
2) Iniciar a construção da bomba atômica.
Ultimamente a mídia tem servido como ponta de lança do imperialismo.
Nem vou me perder em detalhes, pois qualquer pessoa minimamente informada sabe disso.
Quanto à bomba atômica, basta ver como o Império e seus asseclas agem.
Atiraram no lixo a autodeterminação dos povos e não dão a mínima para as criticas.
Colocam seus interesses acima da lei e da ordem o que transforma o Brasil na bola da vez.
Petróleo e água são bens preciosos.
Atualmente os mais preciosos, diga-se.
O Brasil possui os dois.
O que transforma o país em alvo de cobiça.
Os Estados Unidos já avisaram que tecnicamente a área do pré-sal não pertence ao Brasil porque fica além das 20 milhas do litoral brasileiro.
Para bom entendedor isso é o suficiente.
Sobre a cobiça fluvial basta dar um pulo até a Amazônia.
Infelizmente esta é a realidade.
O ideal seria desarmar o planeta, mas enquanto isto não acontece, é bom que o Brasil comece a se armar de verdade.
A não ser que entenda como algo natural a invasão e o saque das riquezas de nações independentes, apenas porque elas não têm como se defender.
O Brasil precisa decidir.
A bomba atômica ou a submissão.

Preocupante, extremamente preocupante a notícia acerca do pré-sal estar em águas não territoriais do Brasil, segundo os EUA.
ResponderExcluirDiscordo. A bomba atômica traria inconvenientes demasiados, como uma corrida armamentista na região. Os EUA, o maior poderio militar do planeta não conseguiu dar conta do Vietnã e do Iraque que são países minúsculos. Alguém, em sã consciencia crê realmente que dariam conta do Brasil? Nem os EUA crêem nisso. Mas, ao mesmo tempo, ninguém duvida das ambições norte-americanas. E como conseguir o pré-sal e a Amazônia sem utilizar o poder físico? A tática nem é tão antiga assim. Financiar campanhas políticas, golpes de Estado, compra de terras nas áreas (ver a imensidade de terras na Amazonia de propriedade de empresas estrangeiras), enfim... Como preconizava Darcy Ribeiro, o Brasil não deve utilizar o que já foi utilizado, o Brasil pode e merece ser mais, liderar o mundo com nossos destino de sermos um país mestiço, contemplados com a cultura de nossas três raças formadoras. Mas, principalmente, conscientes de nossa grandeza. É mais importante cuidarmos, antes, de massificar nossa bela cultura e acabar com nosso complexo de vira-latas (como diz o ex-Presidente Lula), do que construir um artefato que só tem por objetivo a destruição, a morte e a dor.
ResponderExcluirA Plataforma Continental é realmente reduzida, mas a Zona Economicamente Exclusiva é de 200 millhas.
ResponderExcluirhttp://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-261X1999000100007&script=sci_arttext