Vem aí mais um massacre
As forças armadas de Israel treinaram durante uma semana para interceptar a Flotilha da Paz, ou da Liberdade, ou da Solidariedade.
Alem disso, seus diplomatas tentam convencer países a não permitir que seus cidadãos participem desse ato de solidariedade.
Liberdade, paz, solidariedade e ajuda humanitária são palavras odiadas pelos dirigentes sionistas.
A Flotilha da liberdade vai transportar mantimentos e medicamentos à sofrida população de Gaza, que vive num cerco brutal.
O governo de Israel não permite nem a entrada de remédio contra o câncer.
A primeira tentativa da Flotilha da solidariedade em romper o cerco terminou em massacre.
Esse massacre vitimou manifestantes desarmados e causou uma comoção mundial.
Mas os governantes de Israel não se sensibilizaram e prometem repetir o ato assim que os 10 barcos da Flotilha da Paz atingirem águas internacionais.
Como se sabe, Israel não reconhece as águas internacionais e nem as águas territoriais palestinas.
Para seus dirigentes, basta o apoio dos Estados Unidos.
O resto da humanidade que se dane.

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