segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Saudita oferece um milhão de dólares pela captura de um soldado de Israel


 O príncipe Khaled bin Talal oferece um milhão de dólares por cada soldado de israel  capturado


 Os  Libman de Israel estão oferecendo 100 mil dólares para quem assassinar o revolucionário palestino que teria causado a morte de Shlomo Libman membro da citada família.

Esse revolucionário teria sido um dos palestinos trocados pelo soldado Gilad Shalit.

Shlomo morreu em 1998 na colônia Ytzhar, plantada em território palestino.

Essa atitude dos Libman causou revolta num dos mais famosos clérigos da Arábia Saudita, o Dr. Awad al-Qarni.

Imediatamente ele anunciou um prêmio de 100 mil dólares para quem capturasse um soldado de Israel.

Ato contínuo, o príncipe saudita Khaled Bin Talal AL-Saudi, acrescentou aos 100 mil dólares mais 900 mil, totalizando um milhão de dólares pela captura.

Ressalte-se que o soldado tem que ser capturado e não seqüestrado.

Em Israel o prêmio oferecido pelo príncipe e pelo clérigo causou certa preocupação.

Num país onde mais de 10 por cento da população está desempregada, onde os sobreviventes do holocausto realizam manifestações por sentirem-se abandonados pelo  governo (AQUIonde o nível de pobreza já supera os 20 por cento (AQUI),um milhão de dólares não é nada desprezível.


Isto, alias, já estaria causando desconforto nos quartéis.

Os soldados estariam temendo atos de traição dos companheiros de armas.

Na terra do olho por olho, dente por dente, todos correm o risco de ficarem cegos e desdentados.

E dizer que tudo isso poderia ser resolvido numa mesa de negociação.

Uma pena que os palestinos não tenham um parceiro para a paz.

4 comentários:

  1. Taí...gostei do prêmio pela captura. Seria bom ver o reino das trevas dividido em suas entranhas...colocou dinheiro no meio, os judeus sionistas vendem até a mãe e, o pior, entregam-na.

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  2. Prezado Georges Bourdoukan,

    A Palestina acaba de ser aceita como membro da Unesco. O vídeo da eleição pode ser acompanhado no link: http://www.guardian.co.uk/world/video/2011/oct/31/palestine-unesco-membership-video?fb=native

    É interessante observar a reação dos próprios representantes dos Estados no decorrer da votação.

    Infelizmente, os EUA, em consequência da votação, retaliaram a Unesco suspendendo suas contribuições financeiras à organização internacional. É o calote como forma de pressionar uma instituição para que ela lhe seja subserviente. Ainda bem que existem pessoas que não vendem sua dignidade.

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  3. Georges Bourdoukhan não deve se lembrar de mim, um preso da Casa de Detenção, em 1983/84, quando você era editor do Jornal Jerusalem e denunciava na mídia internacional os campos de concentração israelense no Líbano. Eu era o seu correspondente, que recebia e distribuia os jornais na Casa de Detenção. Hoje sou doutor em Educação, livre docente em pedagogia Social e professor da Faculdade de Educação da USP.

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  4. Caríssimo internacionalização
    Estou impressionado e emocionado. Estou em viagem por problemas familiares e devo retornar até o fim da semana.
    Um grande abraço e parabéns.

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