domingo, 31 de julho de 2011


Movimento dos “indignados”paralisa Israel


 E nada da mídia ressaltar fato de tamanha importância.

Mais de 150 mil israelenses saíram as ruas para protestar contra o governo.

Os manifestantes exigem “justiça social”.

Protestam contra “o alto custo de vida”.

“Toda uma geração quer um futuro” reivindicam os manifestantes que há um mês protestam e ontem 10 cidades foram paralisadas.


Começaram exigindo  “o fim da inflação dos alugueis” e depois o “agravamento das desigualdades sociais” e a “degradação dos serviços públicos principalmente na saúde e educação”.

AQUI você lê mais no jornal israelense Haaretz e AQUI na agencia israelense  de informação Ynetnews.


Enquanto isso, os governantes de Israel têm apenas uma preocupação.

Cercar as colinas sírias de Golan e manter os palestinos num campo de concentração, numa atitude tipicamente provocativa.

Não será surpresa se amanha eles promoverão uma invasão contra países vizinhos para desviar a atenção.

Mas ao que tudo indica, terão apoio apenas da mídia ocidental, como habitualmente acontece.

Melhor fariam se vivessem em paz com seus vizinhos...

sexta-feira, 29 de julho de 2011

       Israel ladeira abaixo

     Protestos em Israel se sucedem 

Falta de moradias, inflação, desemprego, fome e miséria,  assim é Israel.

As manifestações se sucedem e os governantes do país procuram desesperadamente desviar o enfoque em busca de uma guerra.

Não é por acaso que Shimon Peres resolveu provocar a Síria.

Começou a construir uma cerca  elétrica nas Colinas Sírias de Golan.

Vale tudo para desviar a atenção.

Até mesmo, se necessário for, sacrificar sua população para se manter no poder.

     Fome e miséria fazem parte do cardápio diário

 Aqui, AQUI e AQUI você lê mais sobre o assunto.


     Sobreviventes do holocausto abandonados à própria sorte

 AQUI e AQUI você fica sabendo que os sobreviventes do holocausto passam fome em Israel.

quarta-feira, 27 de julho de 2011


Falou e disse

Todo mundo me diz que
tenho que fazer exercício,
que é bom para a minha saúde.
Mas nunca escutei ninguém dizer
a um esportista: tem que ler.
José Saramago
Rabinos duracell

A situação econômica em Israel está tão calamitosa que até os rabinos trabalham como garotos propaganda para angariar alguns trocados. Assista abaixo.

terça-feira, 26 de julho de 2011


Ignorância histórica


Sinceramente o que mais me preocupou com os atentados na Noruega não foi o número de vitimas.

Mas a falta de conhecimento histórico dos que se escandalizaram com tamanha brutalidade.

Só porque o assassino era loiro, de olhos azuis?

O que mostra, mais uma vez, que a mídia tem cumprido com brilhantismo a função de desinformar e de enganar.

Se houvesse mais honestidade da mídia e menos ignorância histórica o numero de vítimas chocaria muito mais do que o fato do criminoso ser loiro e de olhos azuis.

Bastasse consultar a História.

Centenas de milhões foram já sacrificados  por loiros de olhos azuis.

Perguntem aos africanos.

Perguntem aos asiáticos.

E quando os loiros de olhos azuis já não tinham mais a quem  sacrificar, começaram a se matar entre si.

Desde a aurora da humanidade isso tem acontecido e não vai parar porque enquanto prevalecer a exploração do homem pelo homem, haverá sempre a quem matar, seja ele de uma região distante ou vizinho.

Já é tempo de dar um basta nisto.

domingo, 24 de julho de 2011

Noruega: vítimas tinham celebrado ato pelo boicote a Israel


O ministro das Relações Exteriores, Jonas Gahr Store, foi recebido na quinta-feira com demandas para que a Noruega reconheça o Estado palestino quando  visitou o acampamento de verão da juventude do Partido Trabalhista em Utøya.

Sidsel Wold, correspondente de um canal da Noruega, e Kirsten Belck-Olsen, da ONG Norwegian People’s Aid, conversaram com o ministro sobre o entrave entre a Autoridade Palestina e Israel.

“Os Palestinos devem ter seu próprio Estado, a ocupação deve terminar, o muro deve ser demolido e isso tem que acontecer já”, disse o ministro, ovacionado pelo público. Dias antes ele declarou que a Noruega está pronta para reconhecer o Estado palestino, mas que acha que o boicote  é uma ferramenta errada.
Leia mais AQUl
Livro escrito por rabinos afirma que matar não judeus não é crime, mesmo sendo crianças





Um livro que está fazendo sucesso em Israel diz que assassinar um não judeu não é crime.

O nome do livro é A Torah dos Reis.

Seus autores são dois rabinos, Yitzhak Shapira e Yosef Elitzur.

E o mais grave é que o tal livro teve apoio de dois dos principais rabinos de Israel: Dov Lior e Yacob Yousef.

Além de afirmar que matar não judeu não é crime,  a obra( se assim podemos denominá-la) ensina  que matar crianças não judaicas também não é crime.

Mas atenção!

De acordo com o livro, as crianças só deverão ser assassinadas se houver suspeitas de que  elas poderão se tornar terroristas quando crescerem.

Ao ler tamanha estupidez no murdochiano site da BBC  AQUI, minha primeira reação foi dizer que os rabinos autores do livro são anencefálicos e os rabinos que os apoiaram são psicopatas.

Infelizmente não são uma coisa nem outra.

Nem anencefálicas e nem psicopatas.

São seres normais e o mais grave é que contam com o apoio de grande parcela da sociedade israelense.

Pobre humanidade...


Noruega, Islã e a ameaça que nasce no ocidente

 Ibrahim Hewitt, Al-Jazeera, Catar*

Louco? Louco quem acredita nisso...

Divulgar, antes de qualquer investigação e a partir de depoimentos de testemunhas traumatizadas que esse ato assassino foi “ato de um único louco” impede qualquer estudo mais detalhado das motivações do assassino.

Há alguns anos, T J Winter, respeitado professor de Cambridge, cujo nome muçulmano é Abdal Hakim Murad, fez palestra fascinante dirigida a professores e alunos de ciências humanas da Universidade de Leicester, sob o título de “O Islã e a ameaça que nasce no ocidente”. Já o título chamava a atenção para ameaça diferente do slogan repetido (então, como hoje) “o Islã e a ameaça que nasce no oriente”.

Foi nova abordagem que, em poucas palavras, ilustrou que, historicamente, sempre houve agressão maior da Europa contra o mundo muçulmano, que o contrário. Winter/Murad apresentou várias provas, de fontes impecavelmente dignas.

Voltei a pensar hoje nas palavras de Winter/Murad, quando lia as notícias sobre o terrível atentado a bomba e o tiroteio na Noruega, onde, evidentemente, as primeiras suspeitas foram de que os atentados tivesse  algo a ver com “o terror islâmico”. Evidentemente se saberá mais nos próximos dias, mas o que se sabe hoje é que o assassino é “norueguês, louro, de olhos azuis”, com “tendências políticas de direita e convicções antimuçulmanas”.

Mas já se disse que as intenções do homem nada teriam a ver com esses “traços”, nem com seus postados em “páginas da internet com tendências cristãs fundamentalistas”: eventuais influências “terão de ser investigadas com cuidado”. Exatamente o que se ouviu quando do atentado de Oklahoma, em 1995.

Sem qualquer fundamentação e muito estranhamente, o criminoso já está descrito pela mesma autoridade norueguesa como “um louco”. É bastante possível que seja louco, mas esse ‘diagnóstico’ automático é um dos modos pelos quais as motivações de crimes de ódio podem ser apagadas da história, antes mesmo de chegarem a tomar forma na consiência das pessoas.

Fechar o livro

Em 1969, por exemplo, um judeu australiano que pôs fogo na mesquita Al-Aqsa em Jerusalém, também foi sumariamente absolvido como “um louco” e internado em hospital psiquiátrico. Fim da notícia. Os judeus da direita fundamentalista que haviam planejado destruir a mesquita, e o Domo da Rocha, ali perto, sobreviveram mais um dia.

Suspeito que acontecerá coisa semelhante ao terrorista norueguês; seus laços com a extrema direita e com cristãos fundamentalistas serão apagados, por irrelevantes. Os crimes, como leremos em todos os jornais, serão descritos como ato de “pessoa desequilibrada” que “agiu individualmente”. Ergo, a única ameaça que continua a pesar sobre a civilização é a “ameaça terrorista” “dos islâmicos”. Ergo, o foco de toda a legislação e de todos os esforços antiterror deve continuar apontado contra o mundo muçulmano e as comunidades muçulmanas na Europa e nos EUA.

Se não nos manifestarmos e permitirmos que isso aconteça, estaremos prestando grave desserviço ao mundo, no mínimo porque a nova direita cresce em todo o ocidente – e Oklahoma foi prova de que essa nova direita é capaz de imensa destruição.

Imigrantes neonazistas da Europa Oriental continuam como sempre muito ativos em Israel, onde o governo, ao mesmo tempo em que deplora pelos jornais essa atividade da extrema direita, está, de fato, a caminho, a passos largos, da mesma extrema direita. Há ministros que pregam a limpeza étnica dos palestinos, para purificar Israel como “estado judeu”; preciosos direitos humanos, pelos quais o mundo tanto lutou, são apagados em nome da “segurança do estado judeu”; criminosos uniformizados são literalmente absolvidos ‘preventivamente’ dos assassinatos que cometem repetidamente.

Tudo isso acontece com a aprovação de governos ocidentais os quais, eles mesmos, mostram também tendências direitistas – o duplifalar, sempre que se trata de ensinar tolerância e respeito às minorias. Se você tem aparência, por pouco que seja, ‘diferente’ na Europa hoje, sobretudo se você for muçulmano, você é olhado com suspeitas e é possível que seja obrigado à dura tarefa de “provar” sua lealdade a um estado que, se a verdade aparecesse às claras, já se teria livrado de você, se tivesse coragem para aprovar as leis necessárias para tanto. Em alguns casos, até já há a necessária legislação, mascarada sob alguma “legislação antiterror”, ou de “segurança nacional”.

Tudo isso, apoiado por uma imprensa influente e sempre de direita, que defende o que Israel faça, errado ou certo, legal ou ilegal – e por um lobby pró-Israel que age como se fosse intocável. Dado o contexto político no ocidente, é provável que seja.

Ataques contra a esquerda

É significativo que o alvo do terrorista norueguês (o “louco”) pareça ter sido o Partido Trabalhista, de esquerda, tanto em Oslo quanto na ilha onde houve o tiroteio. Em toda a Europa as esquerdas estão fazendo alianças com grupos muçulmanos para combater o fascismo e o racismo, onde apareçam. Evidentemente não é coincidência que ensaios publicados em 1997 em todo o continente, tenham concluído, praticamente sem exceção. que “o desafio” que a Europa enfrentaria seria a presença de grandes comunidades muçulmanas entre “nós”. Assim sendo, quem considere graves os “traços de direita”, as ideias “antimuçulmanas” e até as ligações com “o fundamentalismo cristão” do terrorista norueguês será visto como opinião irrelevante.

O contexto oculto aí é que a ideologia da extrema direita de modo algum estaria ou poderia estar empurrando o mundo na direção do terrorismo.

Essa ideia é absoluto nonsense. A ideologia de direita levou a Europa ao Holocausto de judeus europeus e ao antissemitismo e sempre esteve por trás de outros tipos de racismo em todo o mundo. A ideia da superioridade da Europa e dos Europeus – construída a partir da ideologia da direita, levou ao comércio e à escravidão de seres humanos e atrocidades inenarráveis contra “o Outro” também no Oriente Médio e no Extremo Oriente.

Ironicamente, é uma extrema direita sionista – não, de modo algum, os mitos socialistas dos pioneiros sionistas socialistas utópicos dos anos 30s e de antes – que estão, hoje, por trás da limpeza étnica na Palestina ocupada por Israel, adotada como específica política israelense, também por meios militares, se preciso.

Tudo isso está bem documentado, embora permaneça ignorado pelos chefes políticos contemporâneos.

No contexto do que tudo leva a crer que sejam atos terroristas de uma extrema direita norueguesa, é também irônico que a palavra em inglês para traidor que colabora com  forças inimigas de ocupação [ing. quisling] seja derivada do nome do major Vidkun Quisling, que governou a Noruega em nome da Alemanha Nazista durante a 2ª Guerra Mundial.

Hoje, estamos decidindo que “o louco” norueguês “não tem ligações com nenhuma organização terrorista internacional”. É grave risco para todos nós. A história já mostrou que as ideologias de extrema direita são transnacionais e atravessam todo o ocidente. Os efeitos podem ser catastróficos em todo o planeta global. Já fomos avisados.
*Ibrahim Hewitt é editor-chefe de Middle East Monitor
 https://mail.google.com/mail/?hl=pt-BR&shva=1#inbox/131579e478f41ffa
Tradução Vila Vudu

sexta-feira, 22 de julho de 2011


Ameniza e não muda

Cristovam Buarque*

O Brasil é um país de alta criatividade em políticas sociais, com saídas para amenizar, não para mudar a realidade. A criatividade começou na escravidão, ao invés de aboli-la recorremos à Lei do Ventre Livre. Os escravos sexagenários, os velhos, eram libertados, um eufemismo para abandonados. Até a Abolição da Escravatura aconteceu sem oferecer educação nem terra para os ex-escravos e seus filhos. A Abolição foi um eufemismo para a expulsão dos escravos das fazendas para as favelas.

Modernamente também temos sido campeões de imaginação para soluções parciais.

Como o salário não era suficiente para pagar o transporte do trabalhador até o local de trabalho, ao invés de aumento salarial, criamos o vale-transporte, como se fosse um grande benefício social, quando, na verdade, foi um serviço à economia: garantir a presença do trabalhador na fábrica. A regra é a mesma para o vale-refeição. O salário não era suficiente para assegurar a alimentação mínima de um trabalhador, então a solução foi garantir a alimentação do trabalhador, mesmo que suas famílias continuassem sem comida.

Quando a inflação ficou endêmica, ao invés de combatê-la (só enfrentada em 1994), criou-se a correção monetária, que garantia moeda estável para quem tivesse acesso às artimanhas do mercado financeiro, enquanto o povo continuava com seus salários cada vez mais desvalorizados.

 Hoje, quando o país vive um apagão de mão de obra qualificada, corremos para fazer escolas técnicas, esquecendo que sem o ensino fundamental os alunos não terão condições de aproveitar os cursos profissionalizantes.   
        
 A Bolsa Escola foi criada para revolucionar a escola. Como isso não foi feito, ela se transformou na Bolsa Família, sendo mais uma das soluções compensatórias agregada ao vale-alimentação e vale-gás.

 As universidades boas e gratuitas são reservadas para os que podem pagar escolas privadas no ensino básico. No lugar de fazer boas escolas para todos, criamos o PROUNI e cotas para negros e índios. O Brasil melhora com essas medidas, mas não enfrenta o problema e acomoda a população, como se agora todos já fossem iguais. Promovem-se benefícios com soluções provisórias, como se elas resolvessem o problema.

A solução adiada seria uma revolução que assegurasse escola de qualidade para todas as crianças, em um programa que se espalharia pelo país, onde todas as escolas fossem federais, como o Colégio Pedro II, as escolas técnicas militares, os colégios de aplicação das universidades.

 Quando a desigualdade social força a separação entre pobres e ricos que se estranham, ao invés de superar a desigualdade constroem-se muros em shoppings e condomínios, separando as classes sociais. Para impedir a convivência de classes, impedimos estações de metro em bairros ricos, o que mostra um total desinteresse desses habitantes pelo transporte público.

Falta professor de Física, retira-se Física do currículo escolar. Os alunos não aprendem, adotamos a progressão automática. O Congresso não funciona, o STF passa a legislar. A população fala Português errado, em vez de ensinar o correto a todos legitimamos a fala errada para a parte da população sem acesso à educação. Adotamos dois idiomas: o Português dos ricos educados e o Português dos pobres sem educação; o Português dos condomínios e o Português das ruas. Ao invés de combater o preconceito e a desigualdade, legalizamos a desigualdade.

Ao invés de fazer as mudanças da estrutura para construir um sistema social eficiente, equilibrado, integrado e justo optamos por simples lubrificantes das engrenagens desencontradas da sociedade. Nossas soluções podem até ser criativas, mas são burras e injustas. É a sociedade acomodando suas deficiências. Ao invés de enfrentar e resolver os problemas, nossa criatividade ajusta a sociedade a conviver com eles. E adia e agrava os problemas porque ilude a mente e acomoda a política.

* Cristovam Buarque é professor da Universidade de Brasília e senador pelo PDT/DF

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Murdoch/Israel: Do que ninguém fala

Gordon Duff, Veterans Today

Jornais britânicos que não pertencem a Rupert Murdoch disseminam boatos de que o “magnata das comunicações” talvez seja condenado e preso. Nem americanos nem britânicos sabem sobre quem falam. Não há fonte confiável de informação sobre quem seja Rupert Murdoch. 



De fato, a primeira coisa que Murdoch não é – com certeza não é exclusivamente –  é “bilionário australiano”. Embora nascido na Austrália, Murdoch é judeu e cidadão israelense. E por que isso seria importante?



Já se começa a dizer que Murdoch controla, há no mínimo 20 anos, todo o sistema político dos EUA e da Grã-Bretanha. Tem poder para eleger e derrubar líderes nacionais, escolher políticas, aprovar leis. De onde vem tanto poder? Sabe-se hoje que vem de espionagem, gravações clandestinas, invasões de telefones e e-mails, suborno de autoridades e muita propaganda. Sim, mas... a serviço de que agenda? Aí está o xis da questão.



É possível que se trate de vender jornais de escândalos e de espionagem a favor de Israel, para empurrar a Grã-Bretanha e os EUA na direção de fazer guerras em nome de interesses de Israel?  Há resposta simples.



A motivação básica de Murdoch nem é que ele opere “para Israel”. Murdoch é, provavelmente, o mais influente israelense que há hoje no mundo, muito mais poderoso que Netanyahu. O problema é que Murdoch é homem de convicções que só se podem descrever como “ultranacionalistas” pró-Israel.



Por isso Murdoch é ameaça grave. Os ultranacionalistas são conhecidos por apoiar guerras, planejar ataques terroristas, manipular populações até converter as pessoas a se matarem umas as outras por questões religiosas, por racismo, sempre semeando o medo e o pânico, quando não promovendo a ruína financeira de muitos.



De quem se fala aqui? Os que ainda não tenham sido completamente descerebrados logo perceberão que se fala aqui de Sean Hannity, Bill O'Reilly, Glenn Beck, Rush Limbaugh e do canal Fox News.



Murdoch é dono do canal Fox News e de tantos outros veículos de comunicação que ninguém terá tempo para examinar a lista toda. E só não é dono dos jornais que, até agora, não quis comprar. Fox é uma rede e Murdoch, que é estrangeiro, não poderia ser autorizado a dirigir redes gigantescas de comunicações. Como foi possível?



Reagan “nomeou” Murdoch cidadão norte-americano (em 1985).  Em troca, Murdoch prometeu o apoio de Fox News aos Republicanos. A rede Fox diria o que fosse mandada dizer, por falso, idiota ou, como vemos aquele canal fazer já décadas, mesmo que fosse deliberadamente enviesado e manipulatório.



Mas o que Murdoch sempre fez, e fez mesmo, foi usar a Fox como base para viabilizar operações de espiões israelenses. Isso foi feito por duas vias:



1.   Israel recebe quantidades astronômicas de tecnologias e segredos militares que podem ser oferecidas a inimigos dos EUA, a preço de ouro. É bom negócio para as empresas “Murdoch”, como agora todos começam a ver.



2.  E Murdoch ajudou Israel a ganhar absoluto controle sobre o Congresso dos EUA. Hoje, Israel controla literalmente os EUA. Os instrumentos? Os mesmos que, agora, estão sendo descobertos na Grã-Bretanha: suborno, chantagem (na Polícia, no exército e no Congresso). 



Quem se surpreende?
 


Murdoch, de fato, comanda, há mais de 20 anos, a história dos EUA: usa políticos a favor de seus interesses, manipula eleições, cria políticas. Teriam sido operações e decisões exclusivamente de Murdoch? Não acredito. (...) 



Há um aspecto israelense ou judeu, nisso tudo, mas não no sentido de ser pró ou contra os semitas. O império de Murdoch, casado com o Partido Republicano, mobiliza todo seu imenso poder de modelar a opinião pública sempre a favor de uma “Nova Ordem Mundial”, com tráfico de drogas, manipulação de moedas nacionais, dívidas nacionais, tudo em escala tão massiva, que já levou os EUA e a União Europeia ao colapso econômico; opera com as gigantes do petróleo para acertar preços... 



Esse é o resultado do que Murdoch e seus amigos fizeram por muito tempo... sem parar jamais de ‘denunciar’ Osama bin Laden, tanto quanto os malditos “esquerdistas”. 



Dividiram a Grã-Bretanha, apresentando-se, primeiro, como “conservadores”, depois como “liberais”. O que fizeram na Grã-Bretanha foi minar o governo legítimo, destruir a confiança das pessoas no estado e no governo, fosse qual fosse. Blair, Cameron, não faz diferença! Murdoch escolheu os dois e os manobrou e manobra como fantoches, exatamente como fez com Bush & amigos.



Não é difícil de fazer. Saqueie os países até o último centavo, use parte do saque para subornar ou chantagear políticos, suborne a polícia... e tudo isso rende cada vez mais dinheiro para os saqueadores, chantagistas, subornadores. 



Em seguida, organize um jornal, uma televisão, para dar ao povo inimigos aos quais odiar; invente guerras para que os países lutem entre eles; e fique de longe, assistindo à destruição de uns países por outros, de um partido por outro. 



Mas... Há gente capaz disso no mundo? Há. Hoje estamos conhecendo Murdoch e a gangue de suas empresas, a gangue do canal Fox News, os tais “neocons” nos EUA, o lobby pró-Israel nos EUA, a Liga Antidifamação [Anti-Defamation League (ADL)], o Comitê de Relações Públicas EUA-Israel [American Israel Public Affairs Committee (AIPAC)] e a facção do Partido Likud comandada em Israel por Netanyahu. Todo esse pessoal odeia, aqui, os EUA. 



Há grupo semelhante de odiadores na Grã-Bretanha. Na Austrália há outro grupo desses odiadores. Em cada local, esse grupo de odiadores comanda tudo. Comanda na Alemanha, no Canadá, comanda, de fato, praticamente toda parte do mundo que conhecíamos, antigamente, como “o mundo livre”.

Estarei descrevendo o próprio Satã? Quase.

Há advogados poderosos que defendem seus ladrões e seus mentirosos contra tudo que é decente. De certo, no mundo, só as comunidades “evangélicas” e “sionistas” nos EUA! Esses são “terra fértil” para aquelas mensagens de desprezo e de ódio. 



Quem Murdoch odeia acima de todos os demais ódios? Os muçulmanos, claro. Todos os muçulmanos são ‘do mal’. De todas as coisas que Murdoch toca, em todas as cenas que suas publicações (centenas!) exibem, em todas as notícias que distorcem, o item que nunca falta, o que nunca essa gangue de degoladores deixa de reafirmar é, sempre, o ódio deles contra os muçulmanos. Com isso, satisfazem os amigos em Israel. 



Se as coisas continuarem a andar como estão andando, é possível que todos eles tenham de refugiar-se em Israel e Israel os protegerá. Talvez detonem mais algumas casas de famílias palestinas para construírem uma grande fortaleza onde se possam esconder. 



Muçulmanos, afinal, são sempre alvos fáceis: são cidadãos oprimidos por ditadores e reininhos comandados por ladrões e reizinhos bandidos os quais – como só agora os EUA começamos a perceber, sempre correm rumo a Washington e Telavive, para obter ‘instruções’.

Pense, só por um segundo. Considere a palavra “palestino”.

Você ouve a palavra e, imediatamente, seu cérebro lhe oferece ‘automático’ o adjetivo “terrorista”. Mas se aparecem crianças assassinadas, na televisão... o assassino é sempre ‘árabe’. Os feridos, sim, são sempre judeus (de fato, quase sempre representados por atores israelenses). Talvez seja alguma espécie de ‘piadinha interna’, imunda, de Murdoch.



O povo islâmico em todo o mundo tem sido enganado, explorado e esmagado desde 1919.  Um dia a história mostrará que houve plano e método nessa loucura.

Leiam sobre a verdadeira Declaração Balfour, e todos descobrirão o quanto custou em termos de chantagem. Observem quem escreveu e para quem foi enviada[1]. É história praticamente idêntica à que vemos ir surgindo hoje na Grã-Bretanha, dia após dia.



Murdoch diz aos seus seguidores que odeia “gente esperta”. Que todos devem temer os cultos, os letrados, as “elites”. Depois que se destrói a confiança das pessoas comuns na lei, na democracia, nada mais fácil do que promover o mais ensandecido racismo, a ignorância mais impenetrável. É destruir o amor ao saber democrático e substituí-lo por música de repetição, ‘escândalos’ ou sexuais ou ‘éticos’, questões da sexualidade humana tratadas como nos roteiros de novelas de televisão, e infindáveis ‘ameaças’ e conspirações.



Murdoch é, de fato, o rei das teorias de conspirações. Basta ver a torrente infindável de ‘denúncias’ e acusações que jorra interminavelmente (dentre outros) dos canais da rede Fox.  São acusações as mais insanas, muitas das quais são hoje história, e que bem podem ter sido forjadas e planejadas por Murdoch.



É altamente provável que a mão de Murdoch tenha agido no 11/9, como também nos bombas detonadas em Londres no 7/7. Nenhuma grande ação violenta pode acontecer, se a mídia não estiver absolutamente controlada.

Estamos descobrindo agora que a própria mídia controla estados e governos.

É perfeitamente razoável que tenha, também, construído os scripts das guerras, os resultados eleitorais, os atos de terrorismo e o descalabro geral que empurrou os EUA para uma década de selvagem e inútil derramamento de sangue, para vingar-se de atos de terrorismo que provavelmente, não foram obra de terroristas estrangeiros.



Hoje, nossos primos britânicos espantam-se com revelações de que, há décadas, os governos eleitos não foram, de fato, nem governos nem britânicos e jamais passaram de híbrido doentio resultado das ideias de um louco, de atos de espiões israelenses e de capangas pagos que se supunha que governassem pelos eleitores e para os eleitores...

Talvez possa ser um recomeço.

Mas cá, nos EUA, a coisa prossegue inalterada, a pleno vapor. Aqui, Murdoch e seus cúmplices continuam planejando e executando seus planos para o futuro dos EUA. As criaturas desses projetos já andam por aí. Uma delas é Boehner. Outra é Palin. E há também Gingrich. E sem esquecer todos os que trabalharam para o governo Bush.

Em todos os casos, quem queira ver de perto o coração das trevas, pode começar por assistir ao canal Fox News.

[1] A “Declaração de Balfour” é uma carta escrita dia 2/11/1917 pelo então secretário britânico de Assuntos Estrangeiros Arthur James Balfour, a Lord Rothschild, então presidente da Federação Sionista Britânica. Na carta, Balfour fala de seu desejo de oferecer condições especiais de facilitação aos sionistas para que povoem a “Terra de Israel”, no caso de a Inglaterra conseguir derrotar o Império Otomano [NTs, com informações de http://pt.wikipedia.org/wiki/Declara%C3%A7%C3%A3o_de_Balfour, onde se pode ler a carta, em português].

Gordon Duff, Veterans Today

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Nova nomenclatura israelense

O estado judeu, e se escrevo estado judeu e não Israel é tão  somente para atender a nova nomenclatura dos dirigentes sionistas.

Eles insistem em ignorar a palavra “Israel” em benefício de “estado judeu”.

Se eles já desmoralizaram as palavras “holocausto” e “anti-semita”, agora querem desmoralizar a palavra “judeu”.

Sinceramente, não entendo porque a sociedade israelense e os judeus do mundo não protestam.

Será que eles concordam com a nova nomenclatura?

Não creio.

Denominar uma nação pelo nome de uma seita religiosa é o que há de pior em matéria de fundamentalismo.

Se realmente os dirigentes israelenses insistirem nessa teratologia, logo, logo, vão querer ampliar essa denominação para “estado teocrático judaico”.

Convenhamos, os judeus não merecem isso.
E abaixo vocês assistem a uma pequena cena do filme A Vida de Brian do grupo inglês Monthy Píton, legendado em português.

terça-feira, 19 de julho de 2011


O teatro político-midiático da dívida pública distrai os eleitores, 
enquanto a riqueza dos norte-americanos é assaltada

Dennis Kucinich, Commondreams,



O furioso debate sobre a dívida oculta uma verdade fundamental da economia dos EUA – que ela é comandada por poucos, à custa dos muitos; que todo o governo dos EUA está convertido em máquina que assalta a riqueza dos norte-americanos e a empurra, aceleradamente, para as mãos dos poucos. Vejamos alguns exemplos.



Consideremos a guerra. A guerra assalta o dinheiro dos norte-americanos e o entrega aos fabricantes de armas, aos que lucram com a guerra e aos exércitos privados. 

A guerra no Iraque, baseada em mentiras: só essa guerra custará 3 trilhões de dólares.

A guerra no Afeganistão, baseada em leitura errada da história: meio trilhão de dólares de gastos, só até aqui.

A guerra contra a Líbia: em setembro, já terá custado 1 bilhão de dólares.



50% do orçamento aprovado dos EUA vai para o Pentágono.

Uma massiva transferência de riqueza para as mãos de poucos, enquanto os norte-americanos padecem a falta de empregos suficientes, a falta de assistência pública à saúde, a falta de moradias, de segurança para os aposentados.



Nossas políticas de energia assaltam a riqueza dos norte-americanos e a põe nas mãos das empresas de petróleo. Estamos diante da possibilidade de só conseguirmos petróleo a 150 dólares o barril, em futuro próximo.



Nossas políticas para o meio-ambiente assaltam a riqueza dos norte-americanos e a põe nas mãos dos poluidores. É uma transferência de riqueza, não só das atuais gerações, mas também das futuras gerações, enquanto prossegue a ruína do nosso meio ambiente.



As empresas de seguros, o que fazem? Assaltam a riqueza do povo norte-americano quando o obrigam a pagar seguros-saúde e a entregam em mãos de poucos.

 Os EUA tem de perceber em que a economia desse país foi transformada. Nossa política monetária, através da Lei que criou o Federal Reserve em 1913, privatizou o dinheiro social, assenhoreou-se da riqueza do país e a põe em mãos de poucos, porque o Federal Reserve sabe fabricar dinheiro do nada, para dá-lo aos bancos que vivem pendurados no Fed, enquanto os nossos pequenos negócios morrem por falta de capital.



Escrevam o que digo – Wall Street não se preocupa com os EUA darem calote em suas dívidas, ou não. O pensamento que cria bilhões em ‘resgates’ de bancos e empresas ativas em Wall Street, com o Federal Reserve desperdiçando mais de 1 trilhão, é o mesmo pensamento que criou, hoje, 26 milhões de norte-americanos desempregados.

Nove, de cada dez norte-americanos com mais de 65 anos correm o risco de sofrer mais cortes na assistência social, para pagar uma dívida toda feita de baixos impostos para os mais ricos e de infindáveis guerras.



Há massiva transferência de riqueza do povo norte-americano para as mãos de poucos, e está acontecendo agora, nesse instante, enquanto a atenção dos norte-americanos é desviada para o teatro político-midiático dessas ridículas negociações da dívida, ameaças de paralisar o governo e confesso desejo de obrigar muitos norte-americanos a pagarem dívidas que eles não criaram.

Todos esses são sintomas de governo sem rumo. E desafiam a legitimidade do sistema democrático bipartidário nos EUA.

Dennis Kucinich, Commondreams http://www.commondreams.org/view/2011/07/15
Traduzido pelo pessoa do Vila Vudu

sábado, 16 de julho de 2011

Quem são os Piratas? 
Ou de como o Ocidente está saqueando e poluindo o mar da Somália

Um vídeo para ser exibido em todas as escolas.
Com legendas em português.


Que venha a primavera e que venha o Estado palestino



Finalmente aconteceu.

Os israelenses começam a respirar o ar da primavera.

O ar da liberdade.

Apesar do verão implacável.

Esta semana, por diversas vezes, foram `as  ruas em defesa do Estado palestino.

Apesar da repressão, olimpicamente ignorada pela mídia corporativa, eles não esmoreceram.

As ruas de Jerusalém tornaram-se pequenas diante da multidão de israelenses e palestinos.

Foram reprimidos, mas não calados.

Alem disso, existe uma grande ansiedade pela chegada da Flotilha da Liberdade.

Várias manifestações estão programadas para os próximos dias.

Setembro está chegando e com ele o Estado Palestino.

Até o momento, mais de 130 países manifestaram seu apoio.

 Apenas Estados Unidos e seus Sátrapas resistem a idéia.

Mas logo, logo os cidadãos governados pelos Sátrapas gritarão também por liberdade.

Afinal, a História adverte que a Humanidade sempre caminhou para a frente, apesar de alguns tropeços.

Mas tropeço nenhum impedirá o surgimento do Estado palestino.

A humanidade agradece.