sexta-feira, 30 de setembro de 2011


Que desperdício...


 Maalula, a cidade síria que abrigou os primeiros cristãos da perseguição que lhes moviam o sinédrio e Roma

A informação veio dos Estados Unidos e ganhou espaço  em toda a mídia poluída.

E não podia ser diferente.

Ei-la em sua plenitude:

“Os Estados Unidos condenaram nesta quinta-feira o ataque ao embaixador Robert Ford, que foi atingido por pedras, ovos e tomates lançados por partidários do ditador Bashar al Assad enquanto visitava um líder da oposição. A Casa Branca e a secretária de Estado, Hillary Clinton, classificaram a ação como intimidadora e injustificável”.

Sinceramente, até eu fiquei pasmo com essa atitude dos sírios.

Pedras, ovos e tomates...

Onde já se viu desperdiçar ovos e tomates?

Já não bastavam as pedras?

Digamos que não houvesse pedras suficientes.

Eles podiam  encher sacos com dejetos humanos e atira-los nesse embaixador.

Um arrogante que interfere em assuntos internos de uma nação soberana.

A nota da mídia poluída diz ainda que a sobrevivente do salão oval teria classificado a ação como “intimidadora e injustificável”.

O que ela queria?

Que os manifestantes imitassem os Estados Unidos?

A “grande democracia”?

O que ela queria?

Que invadissem o Iraque?

Que invadissem o Afeganistão?

Que fuzilassem o embaixador?

Somente uma mídia corrupta, servil e poluída repercute tamanha imbecilidade sem qualquer questionamento.

E que trata seus leitores como perfeitos idiotas.

É a isso que chamam liberdade de imprensa?

Oh temporas, oh mores...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Para que serve a ONU?


Soldado de Israel pisa sobre criança palestina. Antes agrediu a mãe com bebê no colo

Israel vai construir mais 1.100 casas em Jerusalém Oriental.

A própria ONU reconhece Jerusalém Oriental como capital do Estado Palestino.

E agora, como é que fica?

A ONU vai tomar providências ou vai ficar assistindo a mais essa agressão?

Com certeza a entidade não vai fazer nada.

E nem pode porque vive sob uma ditadura brutal dominada pelos 5 membros do Conselho de Segurança.

193 nações que gastam fortunas para manter a dita cuja e que dependem dos humores e interesses dos EUA.

Basta um veto dos Estados Unidos e pronto. 

Nada acontecerá contra Israel.

Israel conduz Obama pela coleira.

Obama, que foi esperança.

Obama, que todos esperavam fosse um Nelson Mandela, está se mostrando um eficiente Capitão-do-Mato, a serviço dos europeus brancos que invadiram a Palestina.

A arrogância israelense não tem limite.

Nem esperou pela decisão do Conselho de Segurança sobre a criação do Estado Palestino Pleno.

E olha que o CS está reunido.

Mas os governantes de Israel estão se lixando para essa reunião.

Estão se lixando para o Conselho de Segurança e para a própria ONU.

Pergunta-se:

O que farão os palestinos?

terça-feira, 27 de setembro de 2011


De convites e visitas

“Jornalistas” da mídia brasileira estão recebendo “convites” para “entrevistarem” mercenários líbios e seus genéricos no Marrocos.

Tudo controladinho para exaltar os criminosos. 

Mídia que se preza jamais deveria aceitar esse tipo de “convite”.

Mas os Estados Unidos é que mandam.

Quem vai ter coragem para contrariá-los?

Esse tipo de mídia sempre se pautou pelas migalhas.


Mas hoje eu queria falar sobre alguns e-mails que recebi de leitores surpresos com o discurso do presidente do Iran Ahmadinejad que o blog publicou( leia o post abaixo).

Muitos se dizem impressionados e não imaginavam “essa nova faceta” do iraniano, “principalmente ele que sempre fala mal dos judeus”.

Respondo que essa faceta de Ahmadinejad não é nada nova. E ele jamais falou mal dos judeus.

Tudo não passa de uma mentira muito bem elaborada pela mídia ocidental, cuja função jamais foi informar, mas enganar.

Leia AQUI e  AQUI e  tire suas próprias conclusões.

E assista abaixo, a mais uma a visita que rabinos dos EUA, Europa e Israel fizeram ao presidente iraniano para agradecê-lo por seu apoio aos judeus. 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011


Verdades irrespondíveis

E eles ainda riem...

"Aproximadamente três bilhões de seres humanos em todo o mundo vivem com menos de 2,5 dólares por dia; e mais de um bilhão de seres humanos não comem sequer uma refeição suficiente, e regularmente, por dia. 40% das populações mais pobres do mundo partilham apenas 5% da renda global. E 20% dos mais ricos do mundo dividem entre eles 75% da renda global total. Mais de 20 mil crianças inocentes e pobres morrem diariamente no mundo, por causa da pobreza. 80% dos recursos financeiros dos EUA são controlados por 10% da população dos EUA; 90%  da população tem de sobreviver com apenas 20% desses recursos.  

Quem arrancou à força dezenas de milhões de pessoas de seus lares na África e em outras regiões do mundo, durante o sombrio período da escravidão, fazendo daquelas pessoas vítimas da mais cega ganância materialista?



Quem impôs o colonialismo por mais de quatro séculos, a todo aquele mundo?

Quem ocupou terras e massivamente assaltou recursos naturais que eram patrimônio de outros povos, quem destruiu talentos e empurrou para a destruição os idiomas, as culturas e as identidades de tantos povos?



Quem deflagrou a primeira e a segunda guerras mundiais, que fizeram 70 milhões de mortos e centenas de milhões de feridos, de mutilados e de sem-tetos? 



Quem criou a guerra na península da Coréia e no Vietnã? 



Quem, servindo-se de hipocrisia e ardis, impôs os sionistas, durante 60 anos de guerras, destruição, terror, assassinatos em massa, na região do mundo onde ainda estão?



Quem impôs e apoiou durante décadas ditaduras militares e regimes totalitários em países da Ásia, da África e da América Latina?



Quem atacou com armas atômicas população indefesa e desarmada e guarda milhares de ogivas nucleares em seus arsenais?



Quais são as economias que dependem, para crescer, de criar guerras e vender armas?



Quem provocou e estimulou Saddam Hussein a invadir e impor guerra de oito anos contra o Irã?

Quem o assessorou e equipou-o para que atacasse nossas cidades e nosso povo com armas químicas?



Quem usou os misteriosos incidentes de setembro 11 como pretexto para atacar o Afeganistão e o Iraque – matando, ferindo, deslocando milhões de seres humanos de seus locais tradicionais de vida nos dois países –, exclusivamente para alcançar a ambição de controlar o Oriente Médio e seus recursos de petróleo?



Quem aboliu o sistema de Breton Woods e imprimiu trilhões de dólares sem qualquer lastro em ouro ou em moeda equivalente? Esse movimento desencadeou feroz inflação em todo o mundo, que serviu para facilitar a pilhagem de ganhos econômicos que outras nações tivessem.



Qual o país cujos gastos militares superam anualmente uma centena de bilhões de dólares, mais que todos os orçamentos militares de todos os povos do mundo, somados?



Qual, de todos os governos do mundo, é hoje o mais endividado?
 


Quem domina os establishments da política econômica em todo o mundo?



Quem é responsável pela recessão econômica mundial, que hoje impõe suas pesadas conseqüências aos povos de EUA e Europa e de todo o planeta?



Que governos estão sempre prontos a bombardear com milhares de bombas outros países, mas sempre são lerdos e hesitantes, quando se trata de distribuir comida, para povos atormentados pela fome, como na Somália e em outros pontos?



Quem domina o Conselho de Segurança da ONU, ao qual caberia zelar pela segurança internacional?


Se alguns países europeus ainda se servem do Holocausto, depois de sessenta anos, como pretexto, para continuar a pagar resgate, pagar à chantagem dos sionistas, não será também obrigação daqueles mesmos senhores de escravos e potências coloniais pagar indenizações às nações afetadas?



Se os danos e perdas do período da escravidão e do colonialismo tivessem sido de fato indenizados, o que teria acontecido aos manipuladores e potências que se escondem nos porões da cena política nos EUA e na Europa?

E haveria ainda divisão entre o norte e o sul do mundo?



Se os EUA e seus aliados da OTAN cortassem pela metade seus gastos militares e usassem esses valores para ajudar a resolver os problemas econômicos em seus próprios países, estariam aqueles povos padecendo os sofrimentos da atual crise econômica mundial?



Que mundo teríamos, se a mesma quantidade de recursos fossem alocados nas nações mais pobres?



O que pode justificar a presença de centenas de bases militares e de inteligência dos EUA em diferentes partes do mundo – 268 bases na Alemanha, 124 no Japão, 87 na Coreia do Sul, 83 na Itália, 45 no Reino Unido e 21 em Portugal?

O que significa isso, senão ocupação militar?



E as bombas armazenadas nessas bases não criam risco de segurança para outras nações?


Servindo-se de uma rede imperial de imprensa e comunicações, que sempre esteve como ainda está sob a influência do pensamento colonialista, ameaçam qualquer opinião que discuta a versão oficial do Holocausto, do 11 de setembro e da violência dos exércitos invasores e ocupantes".


Você acaba de ler trechos do discurso proferido na ONU pelo presidente do Iran Mahmoud Ahmadinejad.

Durante o discurso, delegações dos Estados Unidos e seus serviçais abandonaram o plenário.

E não podia ser diferente.

Afinal o que eles poderiam responder sobre essas verdades?

sábado, 24 de setembro de 2011


Segunda feira é o dia

Israel e a ONU estão perdendo a oportunidade de uma existência.

Israel de se reconhecer como uma nação asiática no continente asiático cercada de nações asiáticas.

Não uma nação européia funcionando como ponta de lança dos interesses colonialistas.

E a ONU da desmoralização que lhe é imposta há anos pelos Estados Unidos e asseclas.

Conseguirão?

Essa pergunta será respondida na segunda feira, dia que o secretário geral da ONU colocará em votação o pedido de reconhecimento pleno do Estado Palestino.

Mas esse dia poderá ser protelado por solicitação do quarteto Estados Unidos, Rússia, União Européia e ONU.

O tal quarteto que diz ter uma solução definitiva para a resolução do problema.

Esse mesmo quarteto que ha anos assiste passivamente a invasão e ocupação de terras palestinas por quadrilheiros israelenses, que a mídia cúmplice denomina de colonos.

Israel gostou da proposta do quarteto, um péssimo sinal para os palestinos.

Resta saber se os palestinos insistirão no reconhecimento ou cairão mais uma vez na armadilha.

Segunda feira é o dia.

E abaixo você assiste à reação de Obama à criação do Estado Palestino.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Palestina esquartejada

Israel foi invadindo e ocupando, a ponto de restarem apenas 17% da Palestina original para os palestinos

Hoje, se não houver surpresa, a assembléia geral da ONU deve aprovar o Estado da Palestina como membro pleno da entidade.

A partir de então, as reivindicações dos palestinos terão maior visibilidade.

Pergunta:

o que acontecerá com as colônias israelenses plantadas em território palestino  e que a mídia cúmplice denomina de “assentamentos”?

Os palestinos poderão derrubar o muro do apartheid que rouba suas terras?

Poderão reagir contra os colonos que roubam suas colheitas de azeitona e destroem suas oliveiras?

Os palestinos poderão destruir os postos de controle israelenses que poluem suas terras?

O que acontecerá com os mais de 12 mil prisioneiros palestinos, em sua maioria seqüestrados pelos soldados de Israel, e que jamais foram acusados ou julgados?

Ressalte-se que entre os prisioneiros ha mais de 1 200 mulheres e mais de 800 crianças.

E finalmente, o que acontecerá com Jerusalém, una, indivisível e eterna capital da Palestina?

Como se vê, esses são apenas alguns dos aspectos que precisam ser resolvidos.

E nada disso teria acontecido se em 1948, a ONU não tivesse decidido esquartejar a milenar Palestina.

Esquartejou e jamais realizou qualquer consulta aos verdadeiros donos do pais.

Nenhuma consulta.

Nada.

Absolutamente nada.

Os europeus que invadiram o país  para ocupá-lo, iniciaram massacres sem fim pondo em fuga centenas de milhares de palestinos.

Foi tamanha a indignação que a ONU foi obrigada, em 1948, a aprovar a resolução 194 que ainda hoje garante aos palestinos refugiados o direito de retornarem as suas casas.

E não adianta os governantes israelenses e seu serviçal Obama tentarem  empurrar tais problemas  para baixo do tapete.

Problemas existem para ser resolvidos, basta um pouco de vontade.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Primavera, teu nome é Dilma

Dilma na ONU, o Brasil reconhece o Estado da Palestina 

Como o blog já havia antecipado uma semana antes, a presidente Dilma Rousseff  pediu o reconhecimento do Estado Palestino.

E com isso ela passa a ostentar mais dois momentos históricos em sua biografia.

1) Primeira mulher a abrir a Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU);

2) dar a partida oficial para a criação do Estado Palestino pleno.

E precisa mais?
Festa na Palestina

Abaixo um pequeno trecho de seu discurso sobre a Palestina

“Sr Presidente(…) lamento ainda não poder saudar, desta tribuna, o ingresso pleno da Palestina na Organização das Nações Unidas. 

O Brasil já reconhece o Estado palestino como tal, nas fronteiras de 1967, de forma consistente com as resoluções das Nações Unidas. 

Assim como a maioria dos países nesta Assembléia, acreditamos que é chegado o momento de termos a Palestina aqui representada a pleno título.

O reconhecimento ao direito legítimo do povo palestino à soberania e à autodeterminação amplia as possibilidades de uma paz duradoura no Oriente Médio. 

Apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política em seu entorno regional.

Venho de um país onde descendentes de árabes e judeus são compatriotas e convivem em harmonia - como deve ser.”
No compasso de espera

Enquanto aguardo o pronunciamento da presidente Dilma Rousseff na abertura da Sessão da Assembléia Geral da ONU, respondo aos leitores que me cobraram o que teria sido “um erro clamoroso” do blog.

E que erro foi esse?

Ao não incluir o presidente Chávez como o presidente de língua não árabe que sempre defendeu os palestinos.

Esse erro é verdadeiro, mas não totalmente.

Ao citar os governantes turco e iraniano,  (nações  não-árabes) me referia aos países do Oriente Médio.(Quinta postagem abaixo)

Mas de qualquer forma, em relação a Palestina, o presidente Chávez é mais digno do que todos os governantes que se denominam árabes.

Ouçam abaixo o que ele diz sobre Israel

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Às vésperas da criação do Estado palestino, Israel afunda na miséria


Em Israel pedem comida

Desemprego, fome, miséria e exclusão fazem parte do cardápio diário da sociedade israelense.

Já não se vê mais a luz no fim do túnel.

Os israelenses que podem estão abandonando o país em busca de novos horizontes.

Muitos gostariam de retornar a seus países de origem, no entanto com o fim do socialismo eles não  conseguirão sobreviver.

Antes eles sempre recorriam aos Estados Unidos para complementar suas rendas.

Mas com a crise que assola aquele país as torneiras estão fechadas.



Nos Estados Unidos fila da sopa...

Até os “cristãos sionistas” estão deixando de enviar recursos.

E a mídia, qual tem sido o comportamento da mídia?

Total falta de credibilidade.

Mentiras e manipulação.

Ignorou durante mais de um mês as manifestações em Israel que pediam solução para uma realidade tão grave.

E nessas manifestações não havia apenas mil ou duas mil pessoas.

Mais de 500 mil, 700 mil e um milhão os protestos diários.

E só a mídia e seus agentes não conseguiram enxergar essas manifestações.

E agora ela está mais preocupada em assacar mentiras contra o Estado Palestino.

E justiça seja feita.

A BBC tem sido uma das lideres dessas mentiras e manipulações.

Em seus textos manipula os próprio dados para no final( e alguém consegue ler seus textos ate o final?) apresentar dados que contrariam suas letras.

Igualzinho ao que os dirigentes de Israel fazem quando mencionam a palavra”paz”.

São favoráveis a tudo, menos à paz.

Invadem sua casa, assassinam sua família e aí te intimam para “negociar a paz”.

E quando você reage te chamam de terrorista.

Essa tem sido a História da Palestina desde a criação do Estado de Israel.

Sempre com apoio dessa excrescência denominada mídia.

Mas essa é uma História que não termina aí.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011


Estamos quase la


Mulher dinamite, mas sem perder a ternura...

E mais uma vez cabe ao Brasil sacudir a Organização das Nações Unidas ( ONU ).

Para desespero dos vira-latas midiáticos.

Daqui e dos alienígenas.

O dia já esta marcado.

Será na próxima quarta feira quando a presidente Dilma Rousseff fará a abertura da sessão plenária da Assembléia Geral da ONU.

E dirá que já é tempo de se fazer justiça ao inquebrantável povo palestino.

Que luta ha décadas  pelo reconhecimento de seu país como um Estado livre e soberano.

Com certeza será aplaudida em pé pelos amigos da humanidade.

Os que forem contrários tentarão se ocultar debaixo das cadeiras.

Serão poucos, estes, é verdade, pois ninguém sente conforto ao ofender a dignidade de seu povo.

Mas eles existem, como sempre existiram.

E jamais tiveram pejo em trocar a soberania de seus países por algumas moedas.

Se Judas vendeu Deus por 30 moedas, o tilintar soa como música para as oiças desses ratos.

Mas isso também já não fará diferença.

A presidente Dilma será lembrada sempre como a gigante que balançou o planeta em um momento decisivo.

E olha que esse é o primeiro capitulo de uma História  que busca redimir a  humanidade.

E será uma mulher a dar a partida.

Não podia ser melhor!

sábado, 17 de setembro de 2011

Radiografias do ódio

Israel quer ajuda de mercenários franceses 




O anúncio  AQUI   de La Ligue de Défense Juive [A Liga de Defesa Judaica], sediada na França, diz o seguinte:
Viagem de solidariedade militante a Judéia e Samária
A LDJ organiza, de 19 a 25 de setembro, uma viagem de solidariedade a nossos irmãos israelenses que vivem na terra de nossos ancestrais de Judéia e Samária.
Esta viagem é reservada aos militantes com experiência militar: o objetivo desta expedição é prestar ajuda a nossos irmãos diante das agressões dos ocupantes palestinos e, portanto, reforçar os dispositivos de segurança das vilas judaicas de Judéia e Samária”.

Depois de ler um anúncio desses alguém pode acreditar que os israelenses desejam paz?
Desfaçatez maior é acusar os palestinos de "ocupantes".
Sinceramente amigos, haja estômago!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011


Uma semana, apenas uma semana


A imagem fala por si...


Falta apenas uma semana para a Assembléia Geral da ONU decidir se aceita ou não a Palestina como membro pleno.

Os palestinos, a cada dia que passa, observam um fato inusitado.

Seus principais aliados no Oriente Médio são dois países não árabes.

Turquia e Iran.

Duas nações com passado glorioso, cujo apoio aos palestinos envergonha os países de língua árabe.

Reparem que eu disse países de língua árabe e não países árabes.
E a razão é simples.

A ultima tentativa de recuperar a grandeza da nação árabe deu-se através do presidente Gamal Abdel Nasser do Egito.

Nasser aliou-se a Síria e os dois países passaram a se chamar Republica Árabe Unida(RAU).

Quando o Líbano se preparava para integrar a RAU, fuzileiros navais dos Estados Unidos invadiram o país.

Isto aconteceu em 1958.

Desde então a Sexta Frota passou a ser parte integrante da paisagem da região.

Sempre manipulando o seu cão de guarda Israel a realizar provocações.

Israel, como se sabe, cumpre muito bem o seu papel de provocador.

Os palestinos tornaram-se suas vítimas prediletas.

Mas o dia 21 poderá  se tornar uma data determinante.

É que a presidente Dilma fará o discurso de abertura da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

Uma ótima oportunidade para se manifestar a respeito da aprovação do Estado da Palestina como membro pleno da Organização.

A solicitação da Palestina será no dia 23, dois dias depois do discurso da Presidente Dilma.

Um pequeno acidente de percurso poderá ocorrer.

Dilma vai se encontrar com Obama no dia 20, ou seja, um dia antes de seu pronunciamento.

E Obama fará de tudo para que o Brasil mude sua posição.

Eu não acredito nisso, mas em política até o sol muda de lado.

Repito, eu não acredito nisso e creio ser mais fácil o Obama mudar sua posição do que a presidente Dilma.

Vamos aguardar...

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Pense um pouco...

Em seu livro O Mundo Assombrado pelos Demônios, o cientista e astrônomo Carl Sagan relata o seguinte:

1- Uma em cada quatro mulheres USAamericanas sofreu abuso sexual na infância;
2- Um em cada seis homens USAamericanos sofreu abuso sexual na infância;
3- Uma em 10 mulheres foi estuprada.
4- Dois terços delas antes de completar 18 anos;
5- E uma quinta parte delas foi estuprada pelos pais;

Esses números já são defasados já que o livro é de 1997. Mas ele serve para dar uma idéia da condição humana, principalmente da moralista sociedade dos Estados Unidos.
Esse texto já postei por duas vezes.
E por que isso?
A razão é simples.
Veja a foto abaixo.


Um soldado de Israel pisa sobre uma criança palestina.
Antes ele agrediu a mãe que carregava um bebê.
Você deve estar se perguntando.
O que Israel tem a ver com os Estados Unidos?
Tudo.
Inclusive sua sobrevivência.
A crueldade e a brutalidade praticadas pelos soldados de Israel são uma herança da pior ditadura que já surgiu neste infeliz planeta.
Sim!
Os Estados Unidos são uma ditadura brutal e cruel.
E você não se dá conta porque eles dominam a mídia e a indústria de entretimento.
Assista ao vídeo abaixo
Pergunta:
O que leva um ser humano a agir com tanta brutalidade?
Ou tamanha crueldade?
Invadem e saqueiam nações soberanas.
Assassinam centenas de milhares de seres humanos.
Pense um pouco.
Reflita um pouco.
Será que você consegue?
Um abraço.