domingo, 8 de janeiro de 2012

Israel proíbe médicas ginecologistas de participar de Congresso de Ginecologia

         Rabinos cada vez mais poderosos



É isso mesmo e não adianta ficar abismado.

O governo culpa os judeus ultra-ortodoxos pela proibição, mas até agora continua sem tomar  providências.

E se algumas mulheres não médicas quiserem assistir ao Congresso, deverão ficar no fundo sala.

É lamentável, mas isso não é nenhuma novidade para quem não tem o habito de ter a inteligência insultada pela mídia servil e corrupta.

Basta ver o que acontece com as mulheres israelenses que precisam usar os coletivos.

São agredidas se não sentarem nos fundos.

O que dizer então das adolescentes?

Essas recebem cusparadas se não estiverem vestidas adequadamente.

Essas cenas são diárias.

E não adianta protestar porque segundo os agressores, eles nada mais fazem do que seguir a Torah.

Haja fundamentalismo.

E o pior que as mulheres nem podem se queixar ao bispo...

AQUI você pode ler um pouco mais.

3 comentários:

  1. As consequências da assimetria nuclear
    Por Sued Lima*

    Na década de 70 do século passado, o Brasil desenvolvia secretamente seu programa nuclear para fins militares. Para assegurar-lhe recursos financeiros, estabelecera parceria com o Iraque, que bancava os elevados investimentos necessários em troca de acesso aos conhecimentos tecnológicos brasileiros. O responsável pelo programa na Aeronáutica era o tenente-coronel aviador José Alberto Albano do Amarante, engenheiro eletrônico formado pelo ITA.

    Em outubro de 1981, Amarante foi atacado por uma leucemia arrasadora, que o matou em menos de duas semanas. Sua família tem como certo que o cientista foi morto pelos serviços secretos dos EUA e de Israel, com o objetivo de impedir a capacitação brasileira à produção de armas atômicas. Dando força às suspeitas, foi identificado um agente israelense do Mossad, de nome Samuel Giliad, atuando à época em São José dos Campos, que fugiu do país logo após a misteriosa morte do oficial brasileiro.

    Tais fatos dão credibilidade às reiteradas denúncias do governo iraniano de que seus cientistas estão sendo alvo de atentados por parte dos serviços secretos estadunidense, britânico e israelense.
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    Como previa o embaixador do Brasil na ONU, em 1968, José Augusto Araújo de Castro, quando atuou para impedir a adesão do Brasil ao TNP, o tratado é apenas um instrumento para perpetuar o poder das grandes potências.

    *Sued Lima - Coronel Aviador Ref e pesquisador do Observatório das Nacionalidades

    CONTINUA EM
    http://contrapontopig.blogspot.com/2012/01/contraponto-7189-as-consequencias-da.html

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  2. Sempre leio o teu blog e os comentários,e outros blogs tb...etc...

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